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| Foto: Divulgação/Redes Sociais |
A morte do cão comunitário Orelha, ocorrida na Praia Brava, em Florianópolis, ganhou repercussão nacional, mobilizou protestos e causou comoção entre moradores, comerciantes e pescadores que conviviam com o animal. O cachorro morreu no dia 15 de janeiro, após ter sido agredido a pauladas por quatro adolescentes.
Na manhã da última segunda-feira (26), a Polícia Civil de Santa Catarina cumpriu três mandados de busca e apreensão nas residências dos investigados. Segundo o delegado-geral da Polícia Civil, Ulisses Gabriel, o grupo é investigado por maus-tratos a animais e coação. Até o momento, os adolescentes não foram apreendidos.
De acordo com o delegado, dois dos suspeitos estão em viagem à Disney, em Orlando, nos Estados Unidos, com retorno previsto para a próxima semana. Conforme as informações, a viagem já estaria programada antes da agressão, embora o embarque tenha ocorrido logo após o início da repercussão do caso.
Além das diligências relacionadas aos maus-tratos, a Polícia Civil também investigou a possível existência de uma arma de fogo, que teria sido utilizada por um adulto — familiar de um dos adolescentes — para coagir o porteiro de um condomínio, com o objetivo de impedir o compartilhamento de informações com as autoridades. O armamento, no entanto, não foi localizado. Três adultos, todos familiares dos adolescentes, são investigados por essa suposta coação.
O que se sabe sobre a morte do cão Orelha
Conhecido também como Preto, Orelha vivia na Praia Brava há cerca de dez anos. O animal era alimentado e cuidado pela comunidade local, tornando-se uma figura conhecida na região.
Após a agressão, o cachorro foi encontrado com ferimentos profundos em diversas partes do corpo. Diante da gravidade das lesões e do sofrimento apresentado, o animal precisou ser sacrificado.
Em vídeo divulgado nas redes sociais no dia 16 de janeiro, o delegado-geral Ulisses Gabriel afirmou que o caso recebeu atenção direta do governador Jorginho Mello (PL) e que providências já estavam sendo adotadas.
“Adolescentes teriam agredido, com pauladas, esse cachorrinho e eles serão levados à Justiça”, declarou.
Adolescentes identificados
Na última semana, a Polícia Civil identificou os quatro adolescentes suspeitos de envolvimento no crime. Segundo a delegada Mardjoli Adorian Valcareggi, responsável pela investigação, há indícios suficientes de autoria por parte do grupo.
A delegada também esclareceu que foi descartada a suspeita de envolvimento de filho de policial civil e reforçou a imparcialidade da apuração.
“Identificamos os envolvidos e se descartou a suspeita de envolvimento de filho de policial civil, mas isso não comprometeria a nossa investigação, que é de um trabalho imparcial. Nós trabalhamos pelos animais”, afirmou em entrevista à imprensa.

Os vagabundos, filhinhos de papai, estudantes de colégio religioso. Bando de covardes. Essas pragas têm que pagar caro por essa atrocidade.
ResponderExcluir4 miseráveis filhos do " demo". Aqueles tinhosos têm que pagar caro por essa atrocidade que praticaram contra um animal indefeso. Aqueles tinhosos são filhinhos de papai, estudantes de colégio evangélico. No futuro, se não forem parados, serão uns nazistas.
ResponderExcluirFuturos nazistas. Miseráveis.
ResponderExcluirFuturos nazistas. Miseráveis.
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