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| Foto: Divulgação/Redes Sociais |
A Força Aérea Brasileira passou a empregar os caças F-39 Gripen na defesa aérea de Brasília, reforçando a capacidade de resposta diante de eventuais ameaças ao espaço aéreo da capital federal.
Atualmente, dez unidades do modelo estão baseadas na Base Aérea de Anápolis, em Goiás. É a partir dessa instalação que atua o 1º Grupo de Defesa Aérea, conhecido como Esquadrão Jaguar, responsável por missões de interceptação e policiamento do espaço aéreo na região central do país.
A posição estratégica de Anápolis permite rápida mobilização das aeronaves. Em alta velocidade, os caças podem alcançar Brasília em cerca de cinco minutos. O F-39 Gripen atinge aproximadamente 2.400 km/h — cerca de duas vezes a velocidade do som — o que amplia significativamente a capacidade de pronta resposta.
Testes operacionais e capacidade de armamento
Em novembro do ano passado, a FAB realizou o primeiro teste de disparo de míssil com o novo caça. A ação ocorreu no litoral do Rio Grande do Norte, quando foi utilizado um armamento europeu de longo alcance contra um drone, validando a integração do sistema de armas da aeronave.
O F-39 Gripen é equipado com modernos sistemas de radar, guerra eletrônica e armamentos ar-ar e ar-superfície, integrando o programa de modernização da defesa aérea brasileira.
Contexto internacional
A manutenção dos caças em estado de prontidão em Anápolis integra a estratégia de vigilância e defesa diante do atual cenário internacional, marcado por tensões envolvendo Estados Unidos, Irã, Israel e Emirados Árabes Unidos.
A medida reforça a postura de monitoramento permanente do espaço aéreo nacional, assegurando capacidade de reação rápida a qualquer situação que possa representar risco à soberania do país.

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