Não temos notícias boas e a tendência é de um ano pior que o ano que está findando. Com a condução política em grande processo de investigações e divergências entre seus poderes,
a economia dá sinais ruins, parecendo ficar um pouco esquecida frente ao impeachment.
É a condução econômica que antecede a condução política, mas o governo não pensa melhores saídas para a crise econômica, o que torna processo ainda mais desgastante.
A saída do Ministro Levy e respectiva entrada do Ministro Barbosa, sinaliza que o governo não adotará medidas mais enérgicas com contenção de seus gastos. Juntamente com mais uma agência de avaliação que rebaixa a avaliação do Brasil, fazendo com o dólar aumente no longo prazo, diminua os investimentos no país e paguem-se mais juros em financiamentos.
Com uma inflação neste ano na casa de 11%, chegamos a um cenário perigoso, crise com alta dos preços, e ainda com uma tendência de desemprego no início do ano que vem. Cautela é a palavra da vez, difícil prever como estaremos daqui há alguns meses.
Mas, a crise não deixa de ser de oportunidades e novos ares, como única saída para um recomeço...
Por: Rômulo Renan

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