| Foto: agendadecaruaru |
Um homem que afirma ter 42 anos de experiência na Feira da Sulanca, em Caruaru, publicou um vídeo nas redes sociais fazendo denúncias sobre uma suposta atuação organizada de pessoas que cobrariam valores de comerciantes e feirantes.
Segundo o relato, haveria diferentes pessoas responsáveis por determinadas atividades dentro da feira. Ele afirma, por exemplo, que um indivíduo seria responsável por ligações clandestinas de energia e cobraria dos comerciantes pelo fornecimento, sob ameaça de corte caso o pagamento não fosse realizado.
O homem também relata a existência de supostos seguranças que cobrariam valores dos comerciantes e, em caso de não pagamento, poderiam retirar ou roubar mercadorias.
Outra situação mencionada no vídeo envolve pessoas que, segundo ele, cobrariam para tomar conta dos espaços utilizados pelos comerciantes. Como forma de exemplificar a situação, o denunciante afirma que, caso o valor não seja pago, alguém poderia ir até o local e utilizá-lo de maneira inadequada.
Durante o vídeo, ele ainda critica a falta de uma estrutura que, em sua avaliação, consiga solucionar os problemas existentes na feira. O homem afirma que “não existe uma organização, e sim uma vaquinha de leite”, utilizando a expressão para questionar a forma como a feira seria administrada.
Por fim, ele afirma que acompanha a realidade da Feira da Sulanca há décadas e que já viu mudanças de nomes, administrações e prefeitos, mas, segundo sua avaliação, os problemas continuam sem uma solução definitiva.
As acusações apresentadas no vídeo são relatos do denunciante e não representam, por si só, comprovação das irregularidades mencionadas. Os responsáveis pela administração da feira e demais envolvidos podem apresentar esclarecimentos ou posicionamentos sobre as denúncias.
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