Segundo as investigações, Maria Isabel confessou participação na morte do próprio pai e chegou a responder ao processo em liberdade. No decorrer das apurações, entretanto, a Polícia Civil passou a suspeitar de que ela teria ordenado a execução do namorado e do cunhado, apontados como os responsáveis pelo assassinato do pai.
Ainda conforme a investigação, o veículo que teria sido utilizado para transportar os corpos das vítimas foi localizado completamente queimado, em uma suposta tentativa de destruir provas.
Os desdobramentos do caso não pararam por aí. Familiares de Maria Isabel foram sequestrados e posteriormente resgatados pela Polícia Civil de Franca (SP). Desde então, vivem longe de casa e sob constante medo, diante da repercussão e das ameaças relacionadas ao caso.
Maria Isabel permanece foragida e é procurada pelas autoridades. A Polícia Civil segue investigando o caso para esclarecer todas as circunstâncias dos crimes e localizar a suspeita.
A sucessão de homicídios investigados, aliada ao contexto familiar e à complexidade das apurações, fez com que o caso passasse a ser comparado ao de Suzane von Richthofen, embora as investigações ainda estejam em andamento e os processos possuam circunstâncias distintas.
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