| Foto: Paulo Henrique (Agreg Imagem) |
Dentre os temas debatidos esteve a cobrança de imposto sobre fronteiras, um pauta que nas últimas semanas ganhou os jornais em todo o estado de Pernambuco. De acordo com ambos os entrevistados, a elevação do imposto atingiu em cheio o comerciante do Polo de Confecções do Agreste, mas devido a repercussão negativa o Governo de Pernambuco voltou atrás e reviu a situação.
Janaína Marques também destacou que a informalidade no município é motivo de muitos agravantes, principalmente no que diz respeito a fiscalização dos órgãos competentes. Para ela, é muito mais viável que o comerciante busque se formalizar e assim poder ser inserido no quadro de vantagens disponibilizado para empresas que atuam dentro da legalidade. Apesar disso, ela sustenta que em 2016 o número de empresas que saíram da informalidade surpreendeu até mesmo os especialistas.
Paulo Nascimento também reforçou que, apesar de altos, os impostos que são direcionados às empresas devem ser melhor compreendidos. Isso garante que a empresa formalizada possa evoluir continuamente e não sofrer com problemas gerados pela informalidade.
Confira a entrevista:

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