Atritos continuam: Ernesto Maia acusa José Augusto Maia de traição.

Na reunião plenária da última terça-feira (07), Ernesto Maia (PSL) soltou uma bomba no colo político de José Augusto Maia (PROS), o vereador acusou o deputado de traição contra o grupo, divergindo assim os discursos da dividida oposição durante essa campanha.

''É lógico que quando você entra em uma eleição, você entra com intenção de ganhar, mas também é lógico que tem que se estar preparado para ganhar, bem como perder, eu entrei preparado para ambos resultados.'' disparou.

Indo de contra José Augusto Maia, Ernesto acusou o deputado de comungar com Dimas Dantas, visando favorecimentos políticos futuros, entenda porque:

Ernesto em uso da tribuna, denunciou uma suposta reunião que teria acontecido no Recife, na Gráfica Única, que pertence à Sebastião Figuerôa, irmão de Toinho do Pará (PHS). Na reunião, estariam presentes além de Zé, Dimas Dantas e outros participantes ligado ao vice-prefeito.

O assunto principal da reunião seria um acordo financeiro, que seria cedido a José Augusto Maia, para o mesmo apoiar Toinho do Pará, e em tese, apoiar os dois, ou seja, Toinho e Ernesto, mas na prática, Zé pediria votos apenas para Toinho, isso de forma discreta, e posteriormente ao fim da campanha, pediria votos ainda para Toinho, mas neste caso de forma explicita.

Com isso, Ernesto acusa Zé Augusto de trair o próprio sangue.

Além deste beneficio, Toinho também receberia a estrutura de Eduardo da Fonte (PP) na região metropolitana em seu favor. O beneficio recebido por Dimas, seria ser majoritário do grupo nas próximas eleições.

Certamente, quem leu estas confissões começa agora a questionar-se, ''estariam mesmo estes fatos indo de encontro com a verdade?'' A resposta mais óbvia é que realmente existe um existe um fundamento lógico. Quem acompanhou as campanhas de Ernesto e Toinho, percebeu que apesar de dizer que apoiava ambos, Zé deu preferência quase que total a Toinho, e por muitas vezes, em entrevistas e falas, deixou claro sua preferência pelo ''Do Pará''.

Dois dias depois o acontecimentos das eleições, que mesmo não tendo eleito nenhum dos candidatos do divido grupo taboquinha, ainda gerou mais repercussões. Zé e Dimas vão à uma rádio e trocam ''elogios'', em tom de concordância e amistosidade. Tem coisa ai?

Bem, uma coisa é certa, se o grupo estava dividido, com essas trocas de acusações, o grupo se divide ainda mais, ou de vez.

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