Denúncia ou desabafo?: Bem, não se sabe ao certo, mas o vereador Ernesto Maia (PSL) depositou mais peso sobre o frágil fio que ainda o liga ao grupo taboquinha. As confissões do vereador querendo ou não desencadearam uma montanha de problemas internos, pondo em dúvida, mais uma vez, as articulações obscuras do José Augusto Maia (PROS).
A oposição em Santa Cruz do Capibaribe insiste em afirmar de que ''esta tudo bem'', mas até que o ponto, o eleitorado do grupo é capaz de acreditar nesta afirmação?
Tenho visto eu, eleitores, daqueles conhecidos por fanáticos, se posicionando em favor de Ernesto, criticando o deputado, dizendo que as atitudes do mesmo, não remetem mais a história que ele construiu na política.
A liderança do grupo taboquinha dependia da eleição de Ernesto a deputado estadual: Todos nós sabemos, que Toinho do Pará (PHS) não tem postura para ser um líder da oposição em Santa Cruz, simplesmente porque ele não se irá se impor, jamais, ao ainda deputado José Augusto, ao qual se refere como sendo ''o pai supremo' do grupo vermelho no município.
Como então se daria esta transição forçada de Ernesto, caso o vereador tivesse sido eleito, o que de acordo com os números, foi impossível, ele iria ser, dependendo também dos resultados de Toinho, o nome mais forte e com um cargo mais favorável, representando a oposição local no estado.
Com Zé, sem mandato nenhum, Ernesto correria para consolidar a candidatura a prefeito de Fernando Aragão (PROS) em 2016, e teria como já foi dito, o apoio da maioria dos vereadores oposicionistas no município.
São possibilidades remotas, é claro, principalmente pelo fato de que Ernesto não conseguiu uma votação que o tirasse da Câmara.
Não tem eleição, mas tem boca no trombone: Mesmo sem ser eleito deputado estadual, Ernesto continua com posicionamento que o fez concorrer a eleição, iniciou sua campanha com um discurso de independência, e continua com ele.
Ir a uma rádio, expor uma denuncia de traição política e familiar, colocando o líder do grupo contra a parede, não estava nos pensamentos nem do mais pessimista eleitor taboquinha. O que se esperava, era que Ernesto voltasse atrás em algumas falas, e se reaproximasse de Zé e do resto grupo, afim de reerguer a moral da bancada oposicionista.
Superioridade anunciada: Zé não baixou a guarda em relação as denuncias de Ernesto, inclusive, por diversos momentos afirmou, que sem a imagem e ação dele, o sobrinho jamais seria nada na política, e devia sua vida publica a ele. Vale lembrar, que a partir de Janeiro de 2015, Zé volta a vida de cidadão comum, sem nenhum cargo publico a exercer, isso volta novamente a nossa teoria facultada descrita acima, onde colocaria Ernesto como líder absoluto do grupo.
Superioridade desacreditada: José Augusto também vem sofrendo duras percas morais na região, cidadãos com pouca presença política, vão as rádios, chama-lo de mentiroso no ar, desmoralizando a imagem de político intocável que ele quis manter por muito tempo. É visível, esta faltando postura do deputado, e ao que tudo indica, o mesmo vai terminar o mandato de deputado federal com com pouco ou quase nada de poder persuasivo nas mãos.
A hora de Thallys?: Aparentemente sim, o filho de Zé Maia tem se pronunciado bastante quanto a política local, bem como se posicionado de maneira articuladora. Creio eu, que se o rapaz tivesse concorrido as eleições como deputado estadual, teria obtido uma expressiva votação no município.
Mas é necessário lembrar também, que Thallys é a cara da tipica oposição, oposição apenas critica, e esse tipo de oposição esta em baixa no município, como jovem, o interessante seria ele adotar um novo estilo de se fazer política, a denominada ''nova formula'', mas, cada um com a sua.
Não custa pensar: Foram muitos aqueles que colocaram as mãos no queixos, e por alguns segundos se perguntaram, ''o que esta acontecendo?''
Eu fui um desses, e pra ser sincero, por mais fora de tempo que sejam as denuncias de Ernesto, elas puxam um fio de lã, que quando desenrolado, mostra uma infinidade de contundências que precisam ser avaliadas.
Por exemplo, a veracidade desta reunião, que envolveu Zé Augusto, Dimas, Toinho do Pará, entre outros. Indícios apontam para que o encontro realmente teria acontecido, e pelos devido aos desfechos ruins, agora seria ''desconstruída''. Como já diz a música do saudoso Tim Maia, ''Vale tudo, vale o que vier''.
O futuro: Imprevisível e incerto, o futuro sempre será desconhecido, mas o ato de Ernesto deixou uma certeza pro futuro, a oposição de Santa Cruz do Capibaribe esta terminando de romper os últimos laços técnicos e sentimentais, resta saber, qual dos dois lados levará a maior parte do eleitor oposicionista.
A oposição em Santa Cruz do Capibaribe insiste em afirmar de que ''esta tudo bem'', mas até que o ponto, o eleitorado do grupo é capaz de acreditar nesta afirmação?
Tenho visto eu, eleitores, daqueles conhecidos por fanáticos, se posicionando em favor de Ernesto, criticando o deputado, dizendo que as atitudes do mesmo, não remetem mais a história que ele construiu na política.
A liderança do grupo taboquinha dependia da eleição de Ernesto a deputado estadual: Todos nós sabemos, que Toinho do Pará (PHS) não tem postura para ser um líder da oposição em Santa Cruz, simplesmente porque ele não se irá se impor, jamais, ao ainda deputado José Augusto, ao qual se refere como sendo ''o pai supremo' do grupo vermelho no município.
Como então se daria esta transição forçada de Ernesto, caso o vereador tivesse sido eleito, o que de acordo com os números, foi impossível, ele iria ser, dependendo também dos resultados de Toinho, o nome mais forte e com um cargo mais favorável, representando a oposição local no estado.
Com Zé, sem mandato nenhum, Ernesto correria para consolidar a candidatura a prefeito de Fernando Aragão (PROS) em 2016, e teria como já foi dito, o apoio da maioria dos vereadores oposicionistas no município.
São possibilidades remotas, é claro, principalmente pelo fato de que Ernesto não conseguiu uma votação que o tirasse da Câmara.
Não tem eleição, mas tem boca no trombone: Mesmo sem ser eleito deputado estadual, Ernesto continua com posicionamento que o fez concorrer a eleição, iniciou sua campanha com um discurso de independência, e continua com ele.
Ir a uma rádio, expor uma denuncia de traição política e familiar, colocando o líder do grupo contra a parede, não estava nos pensamentos nem do mais pessimista eleitor taboquinha. O que se esperava, era que Ernesto voltasse atrás em algumas falas, e se reaproximasse de Zé e do resto grupo, afim de reerguer a moral da bancada oposicionista.
Superioridade anunciada: Zé não baixou a guarda em relação as denuncias de Ernesto, inclusive, por diversos momentos afirmou, que sem a imagem e ação dele, o sobrinho jamais seria nada na política, e devia sua vida publica a ele. Vale lembrar, que a partir de Janeiro de 2015, Zé volta a vida de cidadão comum, sem nenhum cargo publico a exercer, isso volta novamente a nossa teoria facultada descrita acima, onde colocaria Ernesto como líder absoluto do grupo.
Superioridade desacreditada: José Augusto também vem sofrendo duras percas morais na região, cidadãos com pouca presença política, vão as rádios, chama-lo de mentiroso no ar, desmoralizando a imagem de político intocável que ele quis manter por muito tempo. É visível, esta faltando postura do deputado, e ao que tudo indica, o mesmo vai terminar o mandato de deputado federal com com pouco ou quase nada de poder persuasivo nas mãos.
A hora de Thallys?: Aparentemente sim, o filho de Zé Maia tem se pronunciado bastante quanto a política local, bem como se posicionado de maneira articuladora. Creio eu, que se o rapaz tivesse concorrido as eleições como deputado estadual, teria obtido uma expressiva votação no município.
Mas é necessário lembrar também, que Thallys é a cara da tipica oposição, oposição apenas critica, e esse tipo de oposição esta em baixa no município, como jovem, o interessante seria ele adotar um novo estilo de se fazer política, a denominada ''nova formula'', mas, cada um com a sua.
Não custa pensar: Foram muitos aqueles que colocaram as mãos no queixos, e por alguns segundos se perguntaram, ''o que esta acontecendo?''
Eu fui um desses, e pra ser sincero, por mais fora de tempo que sejam as denuncias de Ernesto, elas puxam um fio de lã, que quando desenrolado, mostra uma infinidade de contundências que precisam ser avaliadas.
Por exemplo, a veracidade desta reunião, que envolveu Zé Augusto, Dimas, Toinho do Pará, entre outros. Indícios apontam para que o encontro realmente teria acontecido, e pelos devido aos desfechos ruins, agora seria ''desconstruída''. Como já diz a música do saudoso Tim Maia, ''Vale tudo, vale o que vier''.
O futuro: Imprevisível e incerto, o futuro sempre será desconhecido, mas o ato de Ernesto deixou uma certeza pro futuro, a oposição de Santa Cruz do Capibaribe esta terminando de romper os últimos laços técnicos e sentimentais, resta saber, qual dos dois lados levará a maior parte do eleitor oposicionista.
Bruno Muniz
(Política)
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bem colocado gostei do explanamento feito parabensssss
ResponderExcluirbom comentário parabensss
ResponderExcluirPIOR QUE E ISSO MESMO VOTEI EM ZE NAS ANTIGA. MAIS HJ NAO VOTO MAIS. QUERIA QUE ERNESTO TIVESSE GANHADO
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