O Brasil pode enfrentar os efeitos de um El Niño muito intenso no fim de 2026. O fenômeno altera o regime de chuvas e pode favorecer temperaturas acima da média em diferentes regiões, exigindo atenção especial no Nordeste.
O calor excessivo representa riscos à saúde e pode provocar desidratação, agravamento de doenças e até mortes. Um estudo divulgado em 2026 estimou que cerca de 120 mil mortes no Brasil estiveram associadas às ondas de calor entre 2000 e 2019.
Idosos que vivem em casas abafadas ou sem ventilação adequada estão entre os mais vulneráveis. A dificuldade para regular a temperatura corporal e a desidratação podem agravar seu estado de saúde. Por isso, é importante oferecer água regularmente, manter os ambientes frescos e verificar as condições de quem mora sozinho.
Os animais domésticos também precisam de cuidados. Cães e gatos deixados em quintais sem sombra, água fresca ou abrigo podem sofrer hipertermia, quadro que pode causar danos aos órgãos e levar à morte. Durante os períodos mais quentes, os tutores devem garantir proteção contra o sol e acesso a locais ventilados.
Tontura, fraqueza intensa e confusão mental em pessoas, assim como respiração ofegante excessiva e dificuldade para caminhar em animais, são sinais de alerta que exigem atendimento rápido.
Embora os efeitos do El Niño variem conforme a região, a prevenção é fundamental. Proteger idosos do calor e oferecer condições adequadas aos animais pode salvar vidas.
CUIDADOS SIMPLES QUE PODEM SALVAR VIDAS:
- Beber água regularmente, respeitando eventuais restrições médicas.
- Evitar atividades físicas sob o sol nos horários mais quentes.
- Manter os ambientes ventilados e protegidos do sol.
- Verificar as condições de idosos que vivem sozinhos.
- Garantir sombra, abrigo e água fresca aos animais.
- Nunca deixar pessoas ou animais dentro de veículos fechados.

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