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| Foto: Instagram/Reprodução |
Durante suas declarações, Adilson classificou a mudança de partido como uma espécie de “faxina moral”, afirmando ainda que o Podemos teria proximidade com setores de esquerda e com o grupo político da deputada Marília Arraes. O vereador de Santa Cruz do Capibaribe também sugeriu que a filiação ao novo partido poderia estar associada a articulações políticas envolvendo a situação judicial do ex-ministro.
O parlamentar reforçou que permanece alinhado ao Partido Liberal e declarou apoio à pré-candidatura de Flávio Bolsonaro. Na avaliação de Adilson, votos destinados ao Podemos poderiam contribuir para fortalecer bancadas ligadas à esquerda no Congresso Nacional.
Em resposta às críticas, Gilson Machado Filho contestou as afirmações e declarou que o Podemos se posiciona como uma sigla de centro-direita. Segundo ele, a mudança partidária tem como objetivo ampliar a base de apoio ao ex-presidente Jair Bolsonaro.
Gilson Filho também fez críticas à condução do Partido Liberal em Pernambuco, chegando a se referir à legenda como “Partido dos Ferreiras”. Ele acusou Adilson Vitorino de priorizar interesses da família Ferreira no estado, em vez de seguir as orientações políticas associadas ao ex-presidente.
Ao justificar a saída do PL, o vereador do Recife afirmou que houve descumprimento de decisões atribuídas a Bolsonaro sobre a candidatura de seu pai ao Senado. Gilson Filho finalizou reiterando fidelidade ao grupo político do ex-presidente, enquanto acusou Adilson de se afastar da defesa do conservadorismo ao acompanhar a direção estadual do partido.

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