
Foto: Divulgação/Redes Sociais
O caso da morte da professora Juliana Faustino Bassetto, de 27 anos, após passar mal ao sair de uma aula de natação na academia C4 Gym,
no Parque São Lucas, em São Paulo, tem gerado discussão sobre
responsabilização. Enquanto muitas críticas se voltam ao funcionário que
manipulou produtos químicos na piscina, surgem relatos de que ele atuava em desvio de função, exercendo atividades técnicas sem capacitação adequada.
Contexto do acidente
A principal suspeita das autoridades é de que a intoxicação por produtos químicos
utilizados na manutenção da piscina tenha causado a reação fatal.
Juliana faleceu horas após ser hospitalizada. Seu marido e um
adolescente também passaram mal e estão internados em estado grave.
Denúncias de negligência recorrente
Mães de alunos relataram que a piscina da academia já causava problemas respiratórios em crianças desde 2024, indicando que o problema pode ser crônico e negligenciado pela gestão do estabelecimento.
Responsabilidade da academia
Há cobranças para que os donos da C4 Gym
sejam responsabilizados, não apenas o funcionário que manuseou o cloro.
A prática de designar tarefas técnicas a colaboradores sem formação
específica — comum em empresas que buscam reduzir custos — é apontada
como um fator central no ocorrido.
A Polícia Civil segue investigando as circunstâncias do caso, que expõe falhas na segurança de ambientes coletivos e a necessidade de fiscalização rigorosa sobre a manutenção de piscinas e a qualificação de quem realiza esses procedimentos.
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