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| Foto: Divulgação/Agência Brasil |
O indicador considera a diferença entre admissões e desligamentos e inclui ajustes realizados pelo ministério, referentes a declarações entregues fora do prazo e retificações de dados de meses anteriores. A redução é atribuída, principalmente, aos juros elevados e à desaceleração da atividade econômica.
Esse foi o pior resultado para meses de dezembro desde 2020, ano em que foram eliminadas 156.243 vagas. A mudança na metodologia do Caged impede a comparação com dados anteriores a esse período.
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Serviços: 758.355 vagas
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Comércio: 247.097
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Indústria: 144.319
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Construção civil: 87.878
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Agropecuária: 41.870
No setor de serviços, o principal destaque foi o segmento de informação, comunicação e atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas, responsável pela abertura de 318.460 vagas. A área de administração pública, defesa, seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais criou 194.903 postos.
Na indústria, a indústria de transformação liderou as contratações, com saldo positivo de 114.127 vagas. Também se destacaram os segmentos de água, esgoto, gestão de resíduos e descontaminação, com 14.346 novos postos, e a indústria extrativa, que registrou 9.554 vagas.
Na análise por unidades da Federação, todos os estados tiveram saldo positivo. São Paulo (+311.228), Rio de Janeiro (+100.920) e Bahia (+94.380) foram os que mais geraram empregos. Já os menores saldos foram registrados em Roraima (+2.568), Acre (+5.058) e Tocantins (+7.416).
Mesmo com a desaceleração observada ao longo do ano, os dados mostram que o mercado de trabalho formal brasileiro manteve crescimento em todas as regiões e setores, ainda que em ritmo inferior ao registrado no ano anterior.

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