Suplementos alimentares proibidos pela Anvisa seguem à venda em plataformas digitais, alerta Felipe Carreras

Imagem Ilustrativa

 Suplementos alimentares proibidos pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) continuam sendo comercializados em plataformas digitais de grande alcance no país. A situação ganhou repercussão após a Polícia Civil de São Paulo apreender cerca de quatro toneladas de produtos adulterados em uma distribuidora que funcionava como centro de envio para marketplaces como Shopee e Mercado Livre.

A marca apreendida permanece disponível para compra nesses portais, mesmo após a constatação de adulteração, falta de registro e riscos à saúde.

O deputado federal Felipe Carreras criticou a continuidade da comercialização e afirmou que serão adotadas medidas contra as empresas responsáveis pela venda e circulação dos produtos.

“É inaceitável que plataformas desse porte sigam sendo hub de produtos falsificados e perigosos à saúde. Todos os instrumentos legais que a Câmara e a Comissão de Defesa do Consumidor tiverem serão usados contra quem coloca em risco a vida do povo brasileiro”, declarou o parlamentar.

Carreras informou ainda que está sendo providenciada uma denúncia formal à Secretaria Nacional do Consumidor (Senacom), exigindo medidas imediatas de fiscalização e responsabilização.

“Não é possível admitir que um produto adulterado e proibido pela Anvisa circule no mercado”, acrescentou.

A Anvisa não havia se pronunciado publicamente sobre o caso até a última atualização desta matéria. As plataformas citadas também não emitiram nota oficial.

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