Suspeitos de execução de vigilante em Santa Cruz são presos, mas polícia não confirma autoria no crim

Na tarde de segunda-feira (24), policiais do GATI (Grupo de Apoio Tático Itinerante) do 24° BPM estavam realizando rondas pelas ruas do bairro Santo Agostinho, em Santa Cruz do Capibaribe, quando receberam informações de que havia em uma residência no bairro Acauã, uma arma de fogo, munições e aves silvestres.
Foto: Ademilton Silva
De imediato, o policiamento se deslocou para o endereço citado e abordou a pessoa de Bueno Wilker Laurentino Gonzaga, de 20 anos, que ao ser indagado sobre a arma de fogo, disse que estava na residência de outro indivíduo identificado como Bruno Soares, de 22 anos. O efetivo juntamente com ele seguiram para o imóvel indicado e chegando no local o então Bruno foi visto escondendo um objeto em cima do teto do banheiro. Nas buscas foi encontrado um revólver calibre 38 com 15 munições intactas, além de 11 pássaros silvestres no interior de gaiolas.
Foto: Ademilton Silva
Diante dos fatos, a dupla foi conduzida para a Delegacia de Plantão de Santa Cruz do Capibaribe, onde foram autuados por crime ambiental e posse ilegal de arma de fogo, ficando ambos a disposição da audiência de custódia no Fórum de Plantão na cidade de Caruaru.

Suspeitos

No decorrer da ocorrência, o efetivo do GATI recebeu algumas informações que Bruno e Bueno, haviam matado o vigilante Gildo Manoel da Silva, de 45 anos, na tarde do dia (23), porém não houve provas. Os mesmos foram autuados pelos crimes acimas descritos, pela autoridade policial.



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