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Em discurso, Augusto Maia repudia falas de Jéssyca Cavalcanti que afirmou 'querer guerra'

"A população está perdendo a crença em políticos pela discussão de politicagem", disse vereador no retorno das sessões plenárias.
Foto: Bruno Muniz (Agreg Imagem)
Na tarde de quinta-feira (07), os vereadores do município de Santa Cruz do Capibaribe voltaram a se reunir após o último recesso, retomando assim as sessões plenárias da casa. O momento aberto ao público contou com uma boa quantidade de espectadores, o que remeteu, para os presentes, o interesse das pessoas em relação ao desenrolar dos trabalhos na casa nesta nota etapa do legistaltivo.

A reunião que foi marcada por embates diretos entre oposicionistas e situacionistas também contou com a apreciação de mais de 40 projetos. Alguns desses projetos estiveram no centro dos debates, sendo contestados por diferentes vereadores. Um dos projetos que mais gerou atrito em plenário foi de autoria do vereador Carlinhos da Cohab (PTB), este que visa que 5% dos imóveis concedidos pelo programa Minha Casa, Minha Vida, sejam para mulheres vítimas de violência doméstica.

A sessão também contou com momentos inesperados, a exemplo do discurso do vereador Capilé da Palestina (PODEMOS) que apontou estar deixando de militar pelo grupo denominado de 'Taboquinha'. O discurso do vereador Helinho Aragão (PTB) também se aproximou deste sentido, mas sem tanta veemência.

Para o presidente Augusto Maia (PODEMOS), a sessão foi positiva e indica novos tempos para o legislativo. O vereador também defendeu que um discurso prepositivo seja imposto na Casa Dr. José Vieira de Araújo e disse que "não é tempo para guerra", criticando diretamente uma fala da vereadora Jéssyca Cavalcanti, do PTC.
"A vereadora Jéssyca praticamente em todo o seu discurso falou aqui diversas coisas, inclusive que queria guerra. Jéssyca, a população de Santa Cruz do Capibaribe não quer ouvir mais esse tipo de discurso. A população está perdendo a crença em políticos pela discussão de politicagem. É preciso que a gente mude o discurso e se estenda em projetos e requerimentos como tema principal. Se a gente viu aqui uma Câmara lotada e quer continuar assim é preciso que se discuta os interesses do povo", disse.

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