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Mototaxistas de Santa Cruz do Capibaribe alegam descaso com a padronização da classe

Foto: Bruno Muniz (Agreg Imagem)
Nesta quinta-feira (26) a redação do Blog do Bruno Muniz recebeu alguns profissionais mototaxistas que atuam no município de Santa Cruz do Capibaribe, no Agreste Setentrional de Pernambuco. Na ocasião, os mesmos estiveram reivindicando algumas questões que segundo os mesmos são e essencial importância para a categoria. Uma das reclamações dos profissionais o transporte alternativo está diretamente ligado ao contexto e padronização.

Segundo informações levantadas pelo grupo, a troca de coletes por parte da categoria é feita de maneira desordenada e isso tem prejudicado alguns dos envolvidos, excepcionalmente os que trocam de coletes assim que é feita a liberação pela Secretaria de Mobilidade Urbana. Como não há uma data estabelecida para troca das populares jaquetas que possuem as identificações de cada profissional, o processo de padronização acaba ocorrendo de maneira desorganizada.
"Nós trocamos as nossas assim que foi possível, daí como não existe nenhum tipo de data, alguns poucos vieram trocar as jaquetas agora, quando devido ao tempo as nossas já estão velhas. Ou seja, precisamos trocar de novo e infelizmente por conta dessas pessoas que acabaram de trocar e certamente não vão querer adquirir novas, nós ficamos impedidos de descartar o que já estamos usando há anos, quando esses outros também deveriam ter adquirido as deles", destacou Bruno, um dos profissionais.
Foto: Bruno Muniz (Agreg Imagem)
O grupo destacou que devido ao tempo de uso, exposição ao sol e a chuva, as jaquetas acabam sofrendo danos consideráveis em meses e isso gera um aspecto negativo para a classe, principalmente na visão dos clientes.
"Nós trabalhamos diretamente com o público, as pessoas sobem nas nossas motos e elas esperam ver uma jaqueta apresentável, inteira, limpa. Nosso acessório está em uma condição que infelizmente não tem como a gente lavar, se lavar, se desmancha. O ideal e o que solicitamos é que todos os anos se tenha uma data certa, uma data padrão para a troca desses coletes. Só essa medida simples evitaria esse problema de uma vez por todas", alegou.
Foto: Bruno Muniz (Agreg Imagem)
Ainda de acordo com Bruno, outra problema enfrentando pela categoria são os profissionais que ainda não fizeram a atualização da placa vermelha, uma exigência da Secretaria de Mobilidade Urbana, assim como os mototaxistas clandestinos.
Foto: Bruno Muniz (Agreg Imagem)
A nossa reportagem entrou em contato com Fábio Aragão, secretário de Mobilidade Urbana de Santa Cruz do Capibaribe, este que ressaltou que em relação a troca de jaquetas, uma medida já foi tomada junto a Associação de Mototaxistas e a data da troca dependerá apenas da entrega dos mesmos pela empresa fabricante.
"Já conversamos sobre isso com a Associação de Mototaxistas, a data de troca vai depender de quando estará pronto esses coletes, que já foram encomendados, o presidente ficou de nos dar uma posição dessa entrega para que a gente possa definir as datas", sustentou o secretário.
Questionado sobre a possibilidade de se estabelecr uma data certa anualmente para troca dos coletes, o secretário alegou que isso será feito. Sobre uma fiscalização mais branda quanto aos profissionais que atuam de maneira irregular, Fábio Aragão reforçou a pequena parte que ainda continua com a placa cinza terá que se adequar ao novo formato e padronização com placas vermelhas.
"Será sim estabelecido uma data, e sempre estabelecemos o que acontece é que muitos não trocam nas datas certas, nesse caso quando há fiscalização a secretaria apreende o colete irregular, será requisito também estar com a placa vermelha, a maior parte já está regular, essa pequena parte terá que se regularizar", pontuou.

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