| Foto: TV Asa Branca (Reprodução) |
O detalhe é que com o aumento no número de infectados pelo mosquito Aedes aegypti, os populares fabricos também foram afetados diretamente, perdendo trabalhadores e tendo que se reorganizar para manter funcionando com a mesma intensidade.
Em um período crucial para economia santa-cruzense, as feiras de final de ano foram de certa forma afetadas, para continuar atendendo a demanda muitas fábricas da confecções que já fizeram rodízio de pessoal e aumento a carga horária de alguns funcionários, promovendo os famosos ''serões''.
Em uma fábrica com 500 funcionários diretos e 300 indiretos, cerca de 40% foi acometido por alguma enfermidade relacionada ao mosquito e também transmissor da dengue. Veja na reportagem:
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