Como havia antecipado em artigo publicado dia 09 de março, falando que dinheiro desviado da Petrobras poderia ter chegada a políticos de Santa Cruz do Capibaribe. Pois bem, de acordo com as prestações de contas feitas pelos candidatos a Justiça Eleitoral, o Candidato a deputado Diogo Moraes, teria recebido uma doação de R$ 50.000,00 da Construtora Queiroz Galvão e R$ 100.000,00 da Construtora Norberto Odebrecht, ambas citadas no esquema de corrupção denominado de Operação Lava a Jato. Se realmente for verdade, Diogo será mais um político de oposição ao Governo Dilma, que é beneficiado com o esquema.
Já o nosso vice fantasma, Dimas Dantas, teria recebido uma doação de R$ 50.000,00 da Construtora Queiroz Galvão. Dantas foi candidato a deputado estadual pelo PP, O Partido da Propina, pois é o partido com maior número de políticos envolvidos na operação.
Este esquema de doações é comum na política brasileira. O Brasil é um dos poucos países do mundo que não estipula limites para a arrecadação. Um candidato pode gastar aquilo que ele próprio lança como teto. Com e lei atual permite que candidatos com muito dinheiro possam literalmente “comprar um mandato”. E o grande problema está na relação promíscua entre os candidatos e os interessados nas deliberações do executivo e do legislativo. Neste modelo, as empresas prestam um serviço super faturado e depois repassa os valores excedentes para políticos, de acordo com a influência. E o valor é distribuído de acordo com o peso político de quem irá receber.
É para tentar barrar este modelo, que muitos partidos defendem o Financiamento Público de Campanhas. Está é umas das matérias polêmicas da Reforma Política.
Já o nosso vice fantasma, Dimas Dantas, teria recebido uma doação de R$ 50.000,00 da Construtora Queiroz Galvão. Dantas foi candidato a deputado estadual pelo PP, O Partido da Propina, pois é o partido com maior número de políticos envolvidos na operação.
Este esquema de doações é comum na política brasileira. O Brasil é um dos poucos países do mundo que não estipula limites para a arrecadação. Um candidato pode gastar aquilo que ele próprio lança como teto. Com e lei atual permite que candidatos com muito dinheiro possam literalmente “comprar um mandato”. E o grande problema está na relação promíscua entre os candidatos e os interessados nas deliberações do executivo e do legislativo. Neste modelo, as empresas prestam um serviço super faturado e depois repassa os valores excedentes para políticos, de acordo com a influência. E o valor é distribuído de acordo com o peso político de quem irá receber.
É para tentar barrar este modelo, que muitos partidos defendem o Financiamento Público de Campanhas. Está é umas das matérias polêmicas da Reforma Política.


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