Este ano acontece eleição para o Conselho Tutelar de Santa Cruz do Capibaribe. E como aqui qualquer disputa vira um motivo para se medir forças entre Boca Preta (Onda Azul) e Taboquinhas. Essas disputas podem ser notadas nas diversas eleições para escolher o representante de alguns segmentos da cidade. Desde a Síndico do Moda Center, onde já disputaram os políticos Ernesto Maia e José Augusto Maia. Até em disputas menos relevantes, como a escolha de Presidente de Grêmio Estudantil. Sempre há uma polarização entre os dois principais grupos políticos de nossa cidade.
Como na eleição passada, este ano a escolha dos novos conselheiros acontece um ano antes da eleição para prefeito. Em 2011, Edson já dava sinais de seu favoritismo, pois os cincos conselheiros eleitos tinham ligação com o grupo do prefeito: Narah, Gilson, Tody, Ivanilson e Klayton. Foi uma grande derrota para o grupo Taboquinha na época, e que depois perderam o comando da Prefeitura. Porém com as saídas de Narah, Gilson e Ivanilson, podemos dizer que a atual composição do conselho está: três de situação - (Tody, Laércio e Klayton) e dois de oposição - (Marcos e Eliel).
Este ano como os Taboquinhas estão em baixa e dividido, o natural é que eles invistam em nomes fortes e participem ativamente da eleição, para eleger a maioria e de certa forma mostrar que estão vivos. Porém é um risco, pois se acontecer o mesmo da eleição passada, terão que carregar o ônus de ter uma derrota pré-eleição. Ao mesmo tempo, Edson e seu grupo político irá querer mostrar sua força política e tentar repetir o feito do pleito passado.
Infelizmente a politização da eleição para Conselho Tutelar prejudica o trabalho desse importante segmento, que tem como objetivo lutar para que os diretos da criança e do adolescente sejam garantidos. Pois as campanhas se tornaram tão disputadas quanto à eleição de vereador. E neste caso, nem sempre entra o mais preparado para o cargo, mas sim o que tiver mais apoios e investir mais na campanha.
Como é um trabalho específico, esta escolha deveria ser feita através de uma análise curricular ao invés de uma eleição, onde nem sempre quem entra tem as habilidades necessárias para a função. Pois nos deparamos nas escolas com conselheiros totalmente despreparados.
Como na eleição passada, este ano a escolha dos novos conselheiros acontece um ano antes da eleição para prefeito. Em 2011, Edson já dava sinais de seu favoritismo, pois os cincos conselheiros eleitos tinham ligação com o grupo do prefeito: Narah, Gilson, Tody, Ivanilson e Klayton. Foi uma grande derrota para o grupo Taboquinha na época, e que depois perderam o comando da Prefeitura. Porém com as saídas de Narah, Gilson e Ivanilson, podemos dizer que a atual composição do conselho está: três de situação - (Tody, Laércio e Klayton) e dois de oposição - (Marcos e Eliel).
Este ano como os Taboquinhas estão em baixa e dividido, o natural é que eles invistam em nomes fortes e participem ativamente da eleição, para eleger a maioria e de certa forma mostrar que estão vivos. Porém é um risco, pois se acontecer o mesmo da eleição passada, terão que carregar o ônus de ter uma derrota pré-eleição. Ao mesmo tempo, Edson e seu grupo político irá querer mostrar sua força política e tentar repetir o feito do pleito passado.
Infelizmente a politização da eleição para Conselho Tutelar prejudica o trabalho desse importante segmento, que tem como objetivo lutar para que os diretos da criança e do adolescente sejam garantidos. Pois as campanhas se tornaram tão disputadas quanto à eleição de vereador. E neste caso, nem sempre entra o mais preparado para o cargo, mas sim o que tiver mais apoios e investir mais na campanha.
Como é um trabalho específico, esta escolha deveria ser feita através de uma análise curricular ao invés de uma eleição, onde nem sempre quem entra tem as habilidades necessárias para a função. Pois nos deparamos nas escolas com conselheiros totalmente despreparados.


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