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Alerta de crise hídrica preocupa habitantes do Agreste

De acordo com a Compesa, Garanhuns, no Agreste do estado, possui 90% da capacidade das barragens mas, durante dois meses, a cidade passará por dificuldades no abastecimento, porque as colunas que sustentam três bombas de água, em seu sistema de distribuição, estão deterioradas.

Uma licitação será aberta para que o serviço possa ser realizado porém, até que tudo seja resolvido, alguns bairros passarão toda a semana sem água. De acordo com o coordenador regional da Compesa, Ednaldo Peixoto, daqui a um ou dois meses as obras começam a funcionar, mas haverá racionamento por outros dois meses.

Em Petrolina, no Sertão do Vale do São Francisco, a situação não é diferente. A falta de água causou transtornos e pegou de surpresa moradores de vários bairros da cidade. O abastecimento foi interrompido na última terça-feira (27), em todo o município, com exceção de alguns bairros da Zona Oeste da cidade.

De acordo com a Compesa, a interrupção do fornecimento da estação de tratamento de água do centro da cidade ocorreu para que os serviços de modernização na parte operacional do sistema de abastecimento de água de Petrolina pudessem ser realizados.
O prazo para a conclusão dos trabalhos é esta quinta-feira (29), quando o abastecimento deve começar a retornar gradativamente.

Santa Cruz do Capibaribe

Em Santa Cruz do Capibaribe, no Agreste pernambucano, a população enfrenta a pior seca da história da cidade, consequência do colapso de duas barragens, responsáveis pelo abastecimento da cidade. Desta forma, atualmente o abastecimento do município vem da barragem de Jucazinho, que opera com menos de 14% de sua capacidade.

Para se ter uma ideia do problema, a população chega a ficar 28 dias sem água por mês, recebendo o produto em apenas dois dias. O gerente regional da Compesa, Mário Heitor, explica que caso não chova nos próximos meses, medidas como a integração de outras bacias próximas à cidade devem acontecer, para que as necessidades da população sejam supridas.

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