Nas eleições de 2026, o eleitor terá seis escolhas para fazer na urna eletrônica e precisará digitar 19 algarismos ao longo da votação. Para evitar esquecer os números, será permitido levar uma “cola eleitoral”, anotada em papel, para consultar dentro da cabine.
A orientação é especialmente útil porque o eleitor terá uma sequência de votações para diferentes cargos. O papel poderá ser utilizado como auxílio de memória durante o preenchimento dos votos.
Por outro lado, celulares, câmeras e outros aparelhos eletrônicos continuam proibidos dentro da cabine de votação. A medida busca preservar o sigilo do voto.
Duas vagas para o Senado
Uma das mudanças que exige atenção é a eleição para o Senado Federal. Em 2026, cada estado e o Distrito Federal elegerão dois senadores, e o eleitor deverá escolher dois candidatos diferentes.
Se o eleitor digitar o número do mesmo candidato nas duas oportunidades, o primeiro voto será considerado válido, enquanto o segundo será anulado.
Os votos para o Senado devem ser destinados a candidatos que disputam a vaga pelo estado correspondente ao domicílio eleitoral do eleitor.
Ao todo, o Brasil possui 158,7 milhões de eleitores aptos a votar nas eleições deste ano.
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