| Foto: Divulgação |
A Câmara de Vereadores de Santa Cruz do Capibaribe aprovou a lei que reconhece a Sulanca como patrimônio imaterial do município e institui o dia 20 de setembro como o Dia Municipal da Sulanca.
A iniciativa é resultado de um processo construído ao longo de anos por representantes da sociedade civil, trabalhadores do setor, artistas, pesquisadores e agentes culturais ligados à história da confecção no município.
De acordo com os envolvidos na articulação, o reconhecimento busca valorizar a Sulanca como símbolo de pertencimento, memória e identidade cultural da cidade, além de reforçar sua importância econômica e social para Santa Cruz do Capibaribe e todo o Polo de Confecções.
Durante a sessão na Câmara, participaram do debate nomes como Agda Moura, Mayara Bezerra, Jorge Feitosa, Gilson Julião, Marcelo Taulbert, Karol Diniz e Cida Anjos, além de outras pessoas ligadas ao movimento cultural e ao setor confeccionista.
A data escolhida para marcar o Dia Municipal da Sulanca também homenageia Dona Petinha, considerada uma das pioneiras da atividade no município. Segundo os relatos apresentados, ela comercializava colchas de retalho nas calçadas do centro da cidade ao lado de outras mulheres que ajudaram a construir a história da Sulanca em Santa Cruz do Capibaribe.
Os participantes do movimento afirmam que a mobilização continuará em busca do reconhecimento da Sulanca como patrimônio imaterial também em nível estadual e nacional.
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