![]() |
| Foto: Divulgação/Redes Sociais |
Declarações foram feitas após questionamentos da parlamentar sobre o projeto voltado ao atendimento de crianças com TEA
O vereador Tallys Maia se manifestou publicamente em resposta às críticas feitas pela vereadora Jéssyca Cavalcanti sobre o funcionamento do CAMPI, iniciativa implantada pela gestão do prefeito Helinho Aragão.
A declaração de Tallys ocorreu após Jéssyca levantar questionamentos sobre o projeto, que foi apresentado pela administração municipal como uma alternativa para reduzir a demanda de atendimentos na Casa Jorginho, unidade voltada ao suporte de crianças com necessidades específicas.
Em posicionamento divulgado nas redes sociais, o vereador criticou a postura da parlamentar de oposição e defendeu o trabalho realizado pelo projeto no município.
“Eu queria entender o motivo da vereadora de oposição em ser contra o grande trabalho que o Campi vem fazendo em nossa cidade.
Crianças com TEA precisam de cuidado, acolhimento e oportunidades — não de obstáculos políticos.
É impossível entender como alguém pode se posicionar contra o fortalecimento do atendimento às nossas crianças.
Vereadora, PARE de tentar atrapalhar o desenvolvimento do nosso município. A política precisa estar acima de disputas e ao lado das pessoas.”
Entenda o caso
A manifestação de Tallys Maia ocorreu após declarações da vereadora Jéssyca Cavalcanti, que afirmou que o CAMPI estaria ligado a uma organização investigada por suspeita de desvio de recursos públicos.
Segundo a parlamentar, um dos responsáveis pelo projeto teria sido preso pela Polícia Federal, e a instituição estaria sob investigação. Em publicação, ela também criticou a qualidade do serviço prestado e mencionou o valor investido na iniciativa.
“Vocês conhecem o CAMPI? Aquele projeto que o Governo Helinho Aragão trouxe para ‘desafogar’ as filas da Casa Jorginho… Pois é. Um dos donos do CAMPI foi preso pela Polícia Federal, e a organização está sendo investigada por desvio de recursos públicos. Dinheiro público. Dinheiro que deveria estar cuidando do nosso povo.
E o que a população recebeu em troca? Um serviço péssimo, relatado pelos próprios responsáveis, enquanto a Casa Jorginho continua com filas intermináveis. E sabe quanto isso custa? Cerca de 6 milhões de reais.
Quando o assunto é saúde, não existe espaço para ingenuidade. Existe responsabilidade. E eu vou cumprir a minha.”
Até o momento, a gestão municipal não se pronunciou oficialmente sobre as declarações da vereadora.

Postar um comentário
Comentários ofensivos, preconceituosos e descriminatórios podem ser removidos pelos nossos administradores.