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| Foto: Divulgação/Redes Sociais |
“Não vou deixar o povo passar necessidade para pagar R$ 1 milhão para uma banda”, declarou o gestor.
A fala ocorreu durante a posse de Pedro Freitas como presidente da Associação Municipalista de Pernambuco, em meio a discussões entre prefeitos sobre os custos das contratações artísticas.
No encontro, gestores municipais aprovaram a criação de um teto de R$ 350 mil para cachês pagos em eventos públicos. A definição foi baseada em uma pesquisa realizada pela Amupe, que contou com a participação de 81% dos municípios pernambucanos. Entre as 149 cidades, 96% dos prefeitos defenderam a padronização dos valores.
As sugestões apresentadas variaram entre R$ 300 mil e R$ 400 mil, sendo o limite de R$ 350 mil adotado como um ponto de equilíbrio.
A medida também resulta de diálogo com órgãos de controle, como o Tribunal de Contas de Pernambuco e o Ministério Público de Pernambuco, que acompanham os gastos públicos com eventos. O objetivo é reforçar a responsabilidade fiscal nas contratações.
Segundo Pedro Freitas, a recomendação não retira a autonomia dos municípios. Ele afirmou que o teto funciona como orientação, considerando a realidade financeira de cada cidade, e pode prever exceções dentro de um conjunto de ações voltadas ao equilíbrio dos gastos públicos.

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