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| Foto: Divulgação/Redes Sociais |
Segundo Jéssyca, servidores teriam sido selecionados sem critérios transparentes, enquanto outros enfrentariam reduções que, segundo ela, chegam a R$ 1.500. A vereadora classificou a situação como um desrespeito à população.
Diante da repercussão, a Prefeitura de Santa Cruz do Capibaribe divulgou nota oficial apresentando esclarecimentos sobre os pontos levantados. No comunicado, a gestão informou que a servidora mencionada na denúncia é regularmente lotada na Secretaria de Desenvolvimento Urbano e está cedida para atuar na Secretaria de Mobilidade Urbana. A prefeitura acrescentou que as escalas questionadas ocorreram no período em que a pasta era comandada pelo então secretário Coronel Sena.
Em relação ao servidor integrante da Junta Administrativa de Recursos de Infrações (JARI), a administração municipal esclareceu que as reuniões da comissão são mensais e que o pagamento é equivalente a um salário mínimo, conforme determina a legislação. Valores superiores, segundo o texto, decorrem de pagamentos retroativos devidamente registrados.
A gestão ressaltou ainda que, por exercer a função de secretário da comissão, o servidor não possui prazo máximo de permanência no cargo, situação que estaria em conformidade com as normas vigentes.
Por fim, a Prefeitura reafirmou seu compromisso com a transparência, a legalidade e a correta aplicação dos recursos públicos, colocando-se à disposição para novos esclarecimentos.
Confira a nota na íntegra:
"A Prefeitura de Santa Cruz do Capibaribe informa que tomou conhecimento dos relatos acerca da Secretaria de Mobilidade Urbana. A Gestão Municipal esclarece que a servidora mencionada já fazia parte do quadro da pasta desde 2022, antes mesmo do secretário Fábio Santos assumir a secretaria, não havendo qualquer influência direta ou indireta na contratação da mesma. Bem como, nunca houve qualquer favorecimento com a servidora, tendo em vista que seu salário se manteve o mesmo desde a entrada até os dias de hoje.
No tocante ao servidor que integra a Comissão da Junta Administrativa de Recursos de Infrações (JARI), ressalta-se que as reuniões da comissão ocorrem mensalmente e que o pagamento corresponde a um salário mínimo, conforme estabelecido em Lei.
Valores superiores identificados em determinados períodos resultam de pagamentos retroativos devidamente registrados. Ressalta-se, ainda que, por exercer a função de secretário da comissão, o servidor não está sujeito a prazo máximo de atuação, estando sua permanência em conformidade com as disposições legais.
A Gestão Municipal reafirma seu compromisso institucional com a transparência, a legalidade e a correta aplicação dos recursos públicos, mantendo-se à disposição para quaisquer esclarecimentos que se façam necessários."

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