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Fernando Rodolfo acompanha investigação do assassinato do radialista

Foto: Divulgação
O deputado federal Fernando Rodolfo (PR-PE) enviou hoje (quarta, 27) ofício ao delegado da 21ª Delegacia de Homicídios, em Santa Cruz do Capibaribe, no agreste,  Bruno Machado, comunicando que, como jornalista e primeiro vice-presidente da Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado, tem grande interesse em acompanhar as investigações sobre o assassinato do radialista Claudemir  Nunes.

O radialista foi morto com seis tiros na quinta-feira passada, no bairro de São Cristóvão, em Santa Cruz do Capibaribe, ao sair da Rádio Comunidade FM, uma das emissoras onde trabalhava. Uma das suspeitas é de execução, conforme entrevista do delegado Bruno Machado.
“Solicito envio de informes sobre o sucesso das diligências. O brutal e covarde assassinato do jornalista exige justiça, com identificação e punição exemplar dos culpados”,  escreveu o deputado pernambucano ao delegado. Para Rodolfo, que compareceu ao velório do radialista, é inconcebível que o ofício de jornalista continue sendo uma profissão de  risco no país.
Lembrou que a morte de Claudemir Nunes, que deixou viúva e uma filha recém-nascida, se soma “à cruel estatística “da Press Emblem Campaign segundo a qual o Brasil foi, no ano passado, com quatro mortes, o oitavo país do mundo em que mais jornalistas foram assassinados, empatando com as Filipinas.

Citou estudo da ONG Artigo 19 no qual se revela que das 22 execuções de comunicadores no país entre 2012 e 2016 (oito blogueiros, seis radialistas, cinco jornalistas, dois donos de veículos de comunicação e um fotógrafo), só em cinco casos houve condenação dos culpados.

Conteúdo da Assessoria


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