"Respeito toda e qualquer reivindicação dos professores", diz Joselito Pedro após assembleia

Secretário de Educação negou que tenha chamado professores de mentirosos durante programa de rádio
Foto: Bruno Muniz (Arquivo do blog)
Em nota enviada ao blog na manhã desta sexta-feira (09), o secretário de Educação Joselito Pedro se pronunciou sobre declarações feitas por um professor durante uma assembleia realizada no Teatro Municipal, na última quinta-feira (08).

De acordo com o secretário, as afirmações do professor João Paulo não condizem com o que de fato aconteceu em uma entrevista concedida pelo mesmo para a Rádio Polo FM, de Santa Cruz do Capibaribe.
"Jamais, em lugar nenhum, muito menos em entrevista na Polo FM, chamei Elieudes e João Paulo de mentirosos. Sou e sempre fui uma pessoa íntegra, jamais faria uma coisa dessas. A colocação do professor na assembleia foi no mínimo 'infeliz'. Como secretário sempre me coloquei à disposição dos professores e do Sindicado para o bem comum da Educação.

Intercedi várias reuniões e sempre estive atento às reivindicações da classe, buscando sempre a melhoria da Educação no seu todo. Me assustei quando me deparei com a reportagem, liguei para o próprio João Paulo e pedi por parte dele uma retratação. É inadmissível que uma pessoa que está à frente de uma instituição tão importante como essa não tenha a preocupação de averiguar uma informação antes de espalhar ela em uma assembleia com mais de 200 professores, denegrindo, deste modo, a minha imagem, colocando sob minha responsabilidade palavras que minha história jamais me permitiria dizer.

Quero dizer que respeito toda e qualquer reivindicação dos professores, que sinalizamos sim para o repasse dos 60% entre os professores, inclusive colocando um carro à disposição do sindicato para uma reunião em Cachoeirinha para estudarmos com foi feito esse repasse, entretanto, situações de ordem técnica (de acordo com a Procuradoria do Município e segundo parecer do TCE) a prefeitura preferiu aguardar decisão do Supremo", — escreveu o secretário.
Como parte do que foi decidido na assembleia os professores optaram por paralisar as atividades e também realizaram a ocupação do prédio da Secretaria de Educação do município, onde protestam pelos repasses do Fundef.

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