Com alta rejeição e citado em delação, governo Temer poderá acabar antes da hora


O governo de Michel Temer, que já começou sem o apoio popular e que para muitos só foi conquistado por meio de um golpe arquitetado pelo partido do então vice, o PMDB com o apoio do PSDB, após vários escândalos, provando que tirar uma presidenta não seria a solução do problema. Após a saída de Dilma só tivemos notícias negativas com relação a esse governo. 

Com certeza não foi uma solução inteligente, pois se colocou no poder o partido que comandava e comanda todo o esquema de corrupção no país. Até agora só tivemos medidas que prejudicam a maioria dos brasileiros e não atinge aos 'grandes'. 

Nesta última sexta-feira (9), tivemos mais uma prova do erro cometido pelos brasileiros, ao apoiarem o Impeachment de Dilma. Na delação do ex-vice-presidente de Relações Institucionais da Odebrecht Cláudio Melo Filho disse que representantes da empreiteira entregaram, em dinheiro vivo, a quantia de R$ 10 milhões, para o José Yunes, um dos conselheiros mais próximos do presidente Michel Temer, durante a campanha eleitoral de 2014.

O fim de semana foi negro para Temer, pois neste domingo (11), uma pesquisa realizada pelo Datafolha e divulgada pela Folha de S.Paulo, onde mostrou que 85% dos brasileiros consideram o governo do presidente Michel Temer de regular a péssimo.

Ressaltando que a pesquisa e foi realizado na quarta (7) e quinta-feira (8), antes da divulgação da delação do ex-executivo da Odebrecht Cláudio Melo Filho, que cita Temer e ministros do núcleo do governo e tendência é a reprovação do governo aumentar. 

O momento é muito delicado, pois a grande maioria dos políticos influentes está envolvida em corrupção. Neste momento só vemos duas alternativas: Eleições Diretas ou Intervenção Militar.

Por Marciel Aquino

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