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| Foto: Agência Brasil (Divulgação) |
Como muitos políticos, a mídia e a classe empresarial propagava que a saída para a crise no Brasil seria a saída da presidenta Dilma Rousseff (PT), já se passaram seis meses do governo Temer e nada mudou. Nem melhorou a economia, nem diminuiu o desemprego e o pior, não diminuiu a corrupção no governo federal.
Assim como no governo petista, Temer já teve que tirar seis ministros por envolvimentos em corrupção: Romero Jucá, ministro do Planejamento (23/05), Fabiano Silveira, ministro da Transparência, Fiscalização e Controle (30/05), Henrique Eduardo Alves, ministro do Turismo (16/06), Fábio Medina Osório, advogado-geral da União (09/08), Marcelo Calero, ministro da Cultura (18/11) e Geddel Vieira Lima (25/11). Esse último é considerado a maior baixa no e pode afundar com o mandato de Temer.
Em reunião com representantes de movimentos populares e das frentes "Povo Sem Medo" e "Brasil Popular", no início da tarde deste domingo, o senador Lindbergh Farias (PT-RJ) sugeriu que lideranças dos movimentos assinem até quarta-feira um pedido de impeachment do presidente Michel Temer.
A base do pedido é a afirmação do ex-ministro da Cultura Marcelo Calero de que Temer teria intercedido em favor do ex-ministro da Secretaria de Governo Geddel Vieira Lima no caso edifício La Vue, em Salvador, embargado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), órgão subordinado ao MinC.
Por Marciel Aquino


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