- Assediado por governistas, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso tem admitido a aliados a hipótese de uma aproximação com a presidente Dilma Rousseff em busca de uma saída para a crise política e econômica. (Folha).
- Temer chegou ao limite que consegue suportar e resolveu agir para buscar sua sobrevivência dentro do próprio PMDB, onde seu prestígio vem sendo minado por não ter qualquer poder decisório no governo. Para o PMDB, líder é quem resolve. Assim, Renan e Cunha começaram a ganhar terreno. (Veja – Radar On-line - Lauro Jardim)
Ainda é cedo para se prever o tamanho do estrago que a Operação Lava Jato, que investiga o esquema de corrupção da Petrobras, tanto no governo como na conjuntura política atual.
A relação do vice-presidente e do PMDB, já não vinha boa e agora com os nomes dos presidentes da câmara e do senado, Eduardo Cunha e Renan Calheiros, citado na lista dos envolvidos na Operação Lava Jato, azedou ainda mais a relação do governo com o complicado PMDB.
O partido que não faz segredos com sua fama de oportunista, quando se trata de levar vantagens políticas. Como é que os presidentes das duas casas legislativas, que tentam passar uma imagem de os donos da ética e da honestidade, ao ponto de querer fazer a função do executivo, atropelando a presidenta. E ao mesmo tempo, deixam clara a insatisfação pelo fato do governo não ter interferido junto ao Judiciário, para retirar seus nomes das listas. E agora tentam em retaliação, prejudicar o governo.
A situação é delicada, estamos passando por uma grande crise. Tanto política como econômica. Mas aqueles que foram eleitos para defender e lutar pelo povo e pela pátria, governam e causa própria. Hoje o objetivo do PMDB é fragilizar o governo, para se lançar candidato a presidente em 2018. E onde fica o compromisso como partido aliado¿ Só são aliados na hora de dividir os cargos, mas na hora de ajudar a governabilidade, o vice-presidente fala – “Não conte com o bombeiro”.
Neste sentido, pela governabilidade e sobrevivência do PT e do PSDB, não seria absurdo um acordo entre as duas legendas. Caso continue essa situação entre o governo e o partido do vice, os peemedebistas podem se tornar o maior partido de oposição, neste caso o PSDB passaria a ser um coadjuvante. Então, um acordo pragmático entre os adversários históricos, significaria a sobrevivência política dos tucanos e ao mesmo tempo daria mais a governabilidade da presidenta Dilma. Isso tudo vai depender do andamento das investigações, e também de uma ampla negociação, onde seria fundamental mudanças nas declarações do ex-presidente Lula, com relação ao período FHC.
Esta união PT-PSDB, não é uma coisa simples a fácil de ser digerida, por parte dos integrantes dos dois partidos, mas como sempre falo, em se tratando de sobrevivência política, tudo é possível.
- Temer chegou ao limite que consegue suportar e resolveu agir para buscar sua sobrevivência dentro do próprio PMDB, onde seu prestígio vem sendo minado por não ter qualquer poder decisório no governo. Para o PMDB, líder é quem resolve. Assim, Renan e Cunha começaram a ganhar terreno. (Veja – Radar On-line - Lauro Jardim)
Ainda é cedo para se prever o tamanho do estrago que a Operação Lava Jato, que investiga o esquema de corrupção da Petrobras, tanto no governo como na conjuntura política atual.
A relação do vice-presidente e do PMDB, já não vinha boa e agora com os nomes dos presidentes da câmara e do senado, Eduardo Cunha e Renan Calheiros, citado na lista dos envolvidos na Operação Lava Jato, azedou ainda mais a relação do governo com o complicado PMDB.
O partido que não faz segredos com sua fama de oportunista, quando se trata de levar vantagens políticas. Como é que os presidentes das duas casas legislativas, que tentam passar uma imagem de os donos da ética e da honestidade, ao ponto de querer fazer a função do executivo, atropelando a presidenta. E ao mesmo tempo, deixam clara a insatisfação pelo fato do governo não ter interferido junto ao Judiciário, para retirar seus nomes das listas. E agora tentam em retaliação, prejudicar o governo.
A situação é delicada, estamos passando por uma grande crise. Tanto política como econômica. Mas aqueles que foram eleitos para defender e lutar pelo povo e pela pátria, governam e causa própria. Hoje o objetivo do PMDB é fragilizar o governo, para se lançar candidato a presidente em 2018. E onde fica o compromisso como partido aliado¿ Só são aliados na hora de dividir os cargos, mas na hora de ajudar a governabilidade, o vice-presidente fala – “Não conte com o bombeiro”.
Neste sentido, pela governabilidade e sobrevivência do PT e do PSDB, não seria absurdo um acordo entre as duas legendas. Caso continue essa situação entre o governo e o partido do vice, os peemedebistas podem se tornar o maior partido de oposição, neste caso o PSDB passaria a ser um coadjuvante. Então, um acordo pragmático entre os adversários históricos, significaria a sobrevivência política dos tucanos e ao mesmo tempo daria mais a governabilidade da presidenta Dilma. Isso tudo vai depender do andamento das investigações, e também de uma ampla negociação, onde seria fundamental mudanças nas declarações do ex-presidente Lula, com relação ao período FHC.
Esta união PT-PSDB, não é uma coisa simples a fácil de ser digerida, por parte dos integrantes dos dois partidos, mas como sempre falo, em se tratando de sobrevivência política, tudo é possível.
Marciel Aquino
Comentarista Político

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