Durante este final de semana a agitação devido aos protestos foi grande em todo o território nacional. Até então, tudo dentro da normalidade, exceto algumas extravagâncias culturais e muita desinformação.
Um dos fatos aterrorizantes que notei, foi as explicitas placas, banners e faixas pedindo intervenção militar. Por um breve momento parei, pensei, e cheguei a uma conclusão. O nosso país passa sim por um momento delicado na economia, nos aumentos de impostos, extremo na corrupção, entre outras graves baixas. Todavia nos assusta, aparentemente jovens pedindo intervenção militar, geração essa que pouco entende sobre a história do nosso país, ou que pouco se informa sobre o que foi a Ditadura Militar.
Encarando a realidade, os protestos tomam dimensões individualistas, fato esse que atinge em cheio a ainda denominada ''Classe A''. Visivelmente é difícil encontrar membros de classes mais baixas nos protestos, contrários afirmam que os ''pobres'' subsidiados do governo temem em perder os abonos de sustento, dessa forma não encaram a realidade do país, por isso estão se escondendo.
A mídia
Outro fator alarmante aos olhos é a enfase dada pela mídia centralizada aos focos de protestos, tomamos como exemplo a Rede Globo, que mostra a todos instante, inclusive em sua programação normal (sem conteúdo jornalistico).
No centro de tudo, a presidenta Dilma Roussef voltou atrás do que havia dito há alguns meses atrás, e admitiu que o país passa por um momento bastante delicado, necessitando então de intervenções drásticas, na economia, na reforma politica, etc. Dilma ainda chamou o povo junto de si, propondo um maior diálogo, soluções. Tudo isso aconteceu dias atrás, em um pronunciamento oficial na mídia televisiva.
Recebida com ''panelaço'', a presidenta mudou a estratégia no último domingo (15), e colocou os ministros José Eduardo Cardozo (Justiça), e Miguel Rossetto (Secretaria-Geral da Presidência), na reta. Na ocasião, ambos trouxeram uma série de respostas à ponta da língua, uma delas anunciando uma grande ação de combate à corrupção e à impunidade.
Em tese, talvez seja basicamente isso que o brasileiro anele tanto, mas como combater a corrupção em um país de corruptos? Sim, o brasileiro é um povo que preza pela cultura da corrupção. Se suborna o diretor da escola, o policial, o agente de trânsito, o vendedor ambulante, o vizinho e até mesmo o próprio ladrão, sim, isso existe.
Resumo franco
Diante de tudo, que espalhem-se os protestos, mas que prezem pela ética natural, pelo desejo multo de que nós mesmo sejamos livres das ''pequenas corrupções'' do dia-a-dia, e por tudo o que é mais sagrado, pela não intervenção dos militares, porque sinceramente, os livros de história estão ai juventude, é só ler não é necessário que revivamos épocas tão sombrias a ponto de termos que escrever novamente, linhos tão dolorosos.
Um dos fatos aterrorizantes que notei, foi as explicitas placas, banners e faixas pedindo intervenção militar. Por um breve momento parei, pensei, e cheguei a uma conclusão. O nosso país passa sim por um momento delicado na economia, nos aumentos de impostos, extremo na corrupção, entre outras graves baixas. Todavia nos assusta, aparentemente jovens pedindo intervenção militar, geração essa que pouco entende sobre a história do nosso país, ou que pouco se informa sobre o que foi a Ditadura Militar.
Encarando a realidade, os protestos tomam dimensões individualistas, fato esse que atinge em cheio a ainda denominada ''Classe A''. Visivelmente é difícil encontrar membros de classes mais baixas nos protestos, contrários afirmam que os ''pobres'' subsidiados do governo temem em perder os abonos de sustento, dessa forma não encaram a realidade do país, por isso estão se escondendo.
A mídia
Outro fator alarmante aos olhos é a enfase dada pela mídia centralizada aos focos de protestos, tomamos como exemplo a Rede Globo, que mostra a todos instante, inclusive em sua programação normal (sem conteúdo jornalistico).
No centro de tudo, a presidenta Dilma Roussef voltou atrás do que havia dito há alguns meses atrás, e admitiu que o país passa por um momento bastante delicado, necessitando então de intervenções drásticas, na economia, na reforma politica, etc. Dilma ainda chamou o povo junto de si, propondo um maior diálogo, soluções. Tudo isso aconteceu dias atrás, em um pronunciamento oficial na mídia televisiva.
Recebida com ''panelaço'', a presidenta mudou a estratégia no último domingo (15), e colocou os ministros José Eduardo Cardozo (Justiça), e Miguel Rossetto (Secretaria-Geral da Presidência), na reta. Na ocasião, ambos trouxeram uma série de respostas à ponta da língua, uma delas anunciando uma grande ação de combate à corrupção e à impunidade.
Em tese, talvez seja basicamente isso que o brasileiro anele tanto, mas como combater a corrupção em um país de corruptos? Sim, o brasileiro é um povo que preza pela cultura da corrupção. Se suborna o diretor da escola, o policial, o agente de trânsito, o vendedor ambulante, o vizinho e até mesmo o próprio ladrão, sim, isso existe.
Resumo franco
Diante de tudo, que espalhem-se os protestos, mas que prezem pela ética natural, pelo desejo multo de que nós mesmo sejamos livres das ''pequenas corrupções'' do dia-a-dia, e por tudo o que é mais sagrado, pela não intervenção dos militares, porque sinceramente, os livros de história estão ai juventude, é só ler não é necessário que revivamos épocas tão sombrias a ponto de termos que escrever novamente, linhos tão dolorosos.
Bruno Muniz

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