Como diz o ditado, “Uma imagem fala mais do que mil palavras”. E é com está imagem, que expressaremos a situação em que está o Partido Socialista Brasileiro. O partido do ex-governador Eduardo Campos, antes do governo Lula, era apenas um partido coadjuvante. Mas com um bom aliamento com o PT e o governo Federal, o PSB cresceu principalmente no nordeste. E ganhou visibilidade no país, principalmente com os irmãos Gomes (Ciro e Cid), no Ceará e com Eduardo Campos em Pernambuco.
Tanto Ciro quanto Eduardo foram ministros no governo Lula e com isso deram mais visibilidade ao partido. Mas foi a boa relação entre Lula e Eduardo Campos que ia além da relação política, pois eram grandes amigos, que ajudou a fermentar o PSB. O como Eduardo passou a ter mais espaço do que os irmãos Gomes, ambos passaram a brigar pelo controle da sigla. Mas como Dudu tinha as bênçãos de Lula, ganhou a briga e os irmãos Gomes deixaram o PSB.
Mas Eduardo queria mais, e para dar mais visibilidade a seu partido, teve com romper as relações com o PT e com Lula e se lançou candidato à presidente. Então podemos dizer que em 2014 o PSB teve seu melhor momento. Tanto com a candidatura de Eduardo a presidente, como com a tragédia que resultou em sua inesperada morte. Pois Ao ponto que o partido perdia seu presidente e maior líder, ganhava também mais visibilidade a nível nacional. E está projeção nacional, continuou quando Marina assumiu o lugar de Eduardo, na corrida pela sucessão de Dilma, ao ponto de está à frente da candidata do PT em algumas pesquisas de intenção de votos.
Mas a tragédia de 13 de agosto, não levou apenas um grande e promissor político, levou também todo um projeto, construído para o PSB, e como em política geralmente quando se perde a vez na fila, dificilmente recupera. Então vemos que o partido está sem um rumo e sem um líder para comandá-lo.
O PSB cresceu em Pernambuco, ao ponto de tirar o PT do poder. E tudo com o aval de Lula. Mas agora, sem Eduardo, o governo do estado passa por dificuldades. Pois não conta com habilidades políticas, nem tão pouco do apoio a nível nacional que Eduardo tinha em quase todo seu governo. Será que o PSB não errou na estratégia¿, Quando decidiu apoiar Aécio, quando o natural seria apoiar o PT. Mas assim como muitos segmentos, o PSB, também apostou na derrota de Dilma e conseqüentemente se deu mal.
Em política não existe meio termo. Se um partido quer chegar ao poder, ou fica com ou governo ou fica na oposição. Essa questão de ficar neutro ou independente só cabe para as siglas “ideológicas”. Pois já estamos carecas de saber que ideologia não vence eleição. Então, estará Câmara querendo ocupar o espaço de Eduardo, também no coração de Lula? O governador foi duramente criticando, tanto a nível nacional, como estadual. Mas pela governabilidade, Paulo terá que construir essa reaproximação com o governo federal, com Lula e com o PT. Isso porque, Fernando Bezerra, que é bem mais esperto que Câmara, não perdeu tempo e logo que assumiu o senado, já deu início a essa reaproximação com o governo federal. Então se Paulo não tomar essa posição e não fizer o bom governo. Fernando poderá ser o Candidato ao governo de Pernambuco em 2018, e com o apoio do PT.
Passando pela esfera nacional e estadual, essa crise no PSB, também chega a Capital da Moda. Vimos semana passada, a polêmica vitória do Deputado Diogo Moraes, para 1º secretária da Assembléia Legislativa. Uma vitória com sabor de derrota, pois ao bater chapa com o candidato do governo, certamente este fechará as portas do governo para o deputado. E no governo municipal percebemos também que a força do PSB está em queda. Pois é visível o distanciamento do prefeito e o deputado, e conseqüentemente a tendência é acontecer com a vereadora e Narah e o vereador Junior Gomes. Pois são do PSB e tendem a seguir aos passos de Moraes. Além do mais, a postura de Junior Gomes, que queria que o prefeito e os vereadores apoiassem sua reeleição, ao deixar a presidência, vem se comportando como oposição ao atual presidente, que teve o apoio do prefeito. Esses acontecimentos podem tirar o PSB de uma possível composição na chapa de Edson, em 2016.
Por: Marciel Aquino
Tanto Ciro quanto Eduardo foram ministros no governo Lula e com isso deram mais visibilidade ao partido. Mas foi a boa relação entre Lula e Eduardo Campos que ia além da relação política, pois eram grandes amigos, que ajudou a fermentar o PSB. O como Eduardo passou a ter mais espaço do que os irmãos Gomes, ambos passaram a brigar pelo controle da sigla. Mas como Dudu tinha as bênçãos de Lula, ganhou a briga e os irmãos Gomes deixaram o PSB.
Mas Eduardo queria mais, e para dar mais visibilidade a seu partido, teve com romper as relações com o PT e com Lula e se lançou candidato à presidente. Então podemos dizer que em 2014 o PSB teve seu melhor momento. Tanto com a candidatura de Eduardo a presidente, como com a tragédia que resultou em sua inesperada morte. Pois Ao ponto que o partido perdia seu presidente e maior líder, ganhava também mais visibilidade a nível nacional. E está projeção nacional, continuou quando Marina assumiu o lugar de Eduardo, na corrida pela sucessão de Dilma, ao ponto de está à frente da candidata do PT em algumas pesquisas de intenção de votos.
Mas a tragédia de 13 de agosto, não levou apenas um grande e promissor político, levou também todo um projeto, construído para o PSB, e como em política geralmente quando se perde a vez na fila, dificilmente recupera. Então vemos que o partido está sem um rumo e sem um líder para comandá-lo.
O PSB cresceu em Pernambuco, ao ponto de tirar o PT do poder. E tudo com o aval de Lula. Mas agora, sem Eduardo, o governo do estado passa por dificuldades. Pois não conta com habilidades políticas, nem tão pouco do apoio a nível nacional que Eduardo tinha em quase todo seu governo. Será que o PSB não errou na estratégia¿, Quando decidiu apoiar Aécio, quando o natural seria apoiar o PT. Mas assim como muitos segmentos, o PSB, também apostou na derrota de Dilma e conseqüentemente se deu mal.
Em política não existe meio termo. Se um partido quer chegar ao poder, ou fica com ou governo ou fica na oposição. Essa questão de ficar neutro ou independente só cabe para as siglas “ideológicas”. Pois já estamos carecas de saber que ideologia não vence eleição. Então, estará Câmara querendo ocupar o espaço de Eduardo, também no coração de Lula? O governador foi duramente criticando, tanto a nível nacional, como estadual. Mas pela governabilidade, Paulo terá que construir essa reaproximação com o governo federal, com Lula e com o PT. Isso porque, Fernando Bezerra, que é bem mais esperto que Câmara, não perdeu tempo e logo que assumiu o senado, já deu início a essa reaproximação com o governo federal. Então se Paulo não tomar essa posição e não fizer o bom governo. Fernando poderá ser o Candidato ao governo de Pernambuco em 2018, e com o apoio do PT.
Passando pela esfera nacional e estadual, essa crise no PSB, também chega a Capital da Moda. Vimos semana passada, a polêmica vitória do Deputado Diogo Moraes, para 1º secretária da Assembléia Legislativa. Uma vitória com sabor de derrota, pois ao bater chapa com o candidato do governo, certamente este fechará as portas do governo para o deputado. E no governo municipal percebemos também que a força do PSB está em queda. Pois é visível o distanciamento do prefeito e o deputado, e conseqüentemente a tendência é acontecer com a vereadora e Narah e o vereador Junior Gomes. Pois são do PSB e tendem a seguir aos passos de Moraes. Além do mais, a postura de Junior Gomes, que queria que o prefeito e os vereadores apoiassem sua reeleição, ao deixar a presidência, vem se comportando como oposição ao atual presidente, que teve o apoio do prefeito. Esses acontecimentos podem tirar o PSB de uma possível composição na chapa de Edson, em 2016.
Por: Marciel Aquino
(As opiniões aqui expressas, são de total responsabilidade do colunista que à escreveu)

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