Os desafios do piloto Santa-cruzense Mattheus Henning.

Em uma conversa descontraída com o piloto de bicicross Santa-cruzense Mattheus Henning, o mesmo me descreveu como esta sendo essa temporada de competições espalhadas pelo Brasil.

O mesmo falou sobre os pontos positivos que ainda é competir em território Nacional, independente da variação de regiões, devido as poucas diferenças que se tem de um circuito para outro.

O piloto ressaltou que esse detalhe conta muito nas provas, tendo em vista que é possível treinar em Pernambuco por exemplo, e correr em qualquer outro lugar do Brasil sem maiores complicações.

Entretanto, Mattheus falou sobre como é competir fora do país, e o quanto é diferente, o piloto expressou seu contentamento em ter participado de uma competição recentemente em Quito no Equador, e afirmou que sentiu a diferença, por exemplo na formação do circuito.

''Haviam rampas com 14 metros de altura, isso logo no início do circuito, você sabe o que é isso? 14 metros pra pular de bike é muita coisa, o local das competições também dificulta um pouco para quem não esta acostumado com o clima, quando terminava a corrida, imediatamente eu já corria para repor oxigênio.'' Mattheus Henning.

Lembrando que Quito fica a cerca de 2.850 metros acima do nível do mar, ou seja, em atividades físicas, a falta de oxigênio é eminente até para quem vive no local e é acostumado com o clima.

Essa semana, Matheus prossegue para o sul do país, com o intuito de continuar nas competições, e assim complementar mais ainda, seus títulos, e o esporte Santa-cruzense como um todo.




 - Bruno Muniz.

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