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"Os tarados de gênero e a politização do sexo" — Por Beethoven Barbosa


Infelizmente, é notório que o nosso contexto social ainda se caracterize pelo preconceito e a discriminação. Nesse sentido, vale lembrar que a igualdade jurídica entre as pessoas, independente do gênero ao qual se identifiquem, se manifesta como algo de suma importância em nossa sociedade. No entanto, quando uma militância acadêmica ou política, supostamente levantando essa bandeira da “igualdade jurídica entre os gêneros”, quer na verdade politizar o sexo, nos deparamos com uma forma patologia social.

A teoria de gênero (mais conhecida como ideologia de gênero), em sua vertente mais radical, afirma que não existem homens ou mulheres, uma vez que ambos os gêneros são apenas construções sociais e não características inerentes aos seres humanos. Ou seja, trocando em miúdos, a teoria de gênero em sua perspectiva mais extrema afirma que o sexo é um mito.

Adeptos dessa teoria, chegam a defender que não se deve chamar as crianças de meninos ou meninas, mas sim “meninx”. Afirmam tais tarados de gênero que se a escola ou qualquer outra instituição social chamar uma criança de menina, por exemplo (ainda que biologicamente ela seja uma menina), estaria havendo uma imposição de gênero sobre essa criança.

Além disso, ainda existe uma militância que defende o ensino dessa teoria nas escolas, justamente com o objetivo de “desconstruir o mito do sexo” para crianças a partir de 5 ou 6 anos de idade. Desse modo, observa-se que essa militância histérica de gênero, revela um profundo caráter autoritário e fascista, na medida em que se pretende impor para crianças intelectualmente indefesas, uma visão de mundo academicamente minoritária e intelectualmente absurda.

Ao se fazer uma leitura marxista dessa paranoia, observa-se que essa teoria tem mais a ver com a expansão do capitalismo do que com qualquer outra coisa. Na medida em que determinadas pessoas acreditam que, assim como elas podem comprar o que quiser nas prateleiras dos supermercados e nas lojas dos shopping centers, elas também podem ser o que quiserem. Essas pessoas acreditam que o gênero, ou o sexo, por assim dizer, se assemelha a uma roupa ou qualquer produto que se compra na cor e no modelo que se quer.Ou seja, que podem ser homens ou mulheres na hora que bem entenderem.

Nossa espécie se caracteriza morfologicamente em homens e mulheres. Nossa estrutura biológica e psíquica é dividida e diferente entre homens e mulheres. A imensa maioria das pessoas se identificam com o gênero compatível ao sexo que nasceram. Eu fico imaginando as possíveis demandas judiciais do futuro, onde adeptos dessa psicose social irão processar os pais que presentearem a filha com uma boneca ou mesmo por chama-la de princesa, afirmando que tais atitudes seriam uma “imposição de gênero” e portanto seria crime.

 Afinal de contas, diante de uma educação falida e de uma escola cujo os índices e avaliações internacionais encontram-se entre as piores do mundo, por qual motivo então, nós que somos pais e mães devemos aceitar que um pedagogo se intrometa na vida sexual dos nossos filhos? Eu amo a minha filha mais que tudo, e independente do que afirme essa teoria modinha, a minha filha é e sempre será a minha princesinha.

Por Beethoven Barbosa

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