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Cultos evangélicos são alvo de diversas reclamações em Santa Cruz do Capibaribe

Imagem meramente ilustrativa
É comum que movimentações religiosas ocorram em áreas públicas de Santa Cruz do Capibaribe, porém um movimento em específico está tirando o sossego de moradores que residem nas imediações do Parque Florestal Municipal de Santa Cruz do Capibaribe.

Nesta segunda-feira (16) o Blog do Bruno Muniz recebeu mais denúncias sobre o caso, onde pelo menos seis pessoas apontaram os mesmos detalhes ocorridos no último domingo durante mais um encontro entre fiéis de uma igreja evangélica local.

Segundo informações, os cultos estão ocorrendo aos domingos na calçada da referida área verde, porém há algumas semanas os problemas ficaram evidentes para os moradores.
"A questão não é o que está se pregando, eu particularmente simpatizo e muito com os evangélicos, meus amigos são e sempre que posso eu vou até a igreja com eles. A questão é que o volume do som utilizado por essas pessoas é ensurdecedor, extremamente alto, e eu faria esse crítica se fosse um grupo de rock, um grupo de samba, o que quer que fosse. As janelas de vidro da minha residência chegam a estremecer apenas com eles pregando, gritando. As músicas nem se fala, inclusive algumas das músicas são músicas que eu ouço na minha casa, porém no volume que eles coloca fica impossível até conversar dentro de casa", reclamou uma das vizinhas do parque que preferiu não ser identificada.
A moradora ainda destaca que os residentes do local tentaram o diálogo com os organizadores do culto, porém ao invés de melhorar o problemas se agravou ainda mais.
"Confesso, tivemos que procurar as autoridades para que esse problemas fosse resolvido, mas essa não foi a nossa primeira opção. Inicialmente a gente tentou conversar e em momento algum pedimos para que os cultos não fossem mais realizados, a gente só pediu que o volume das caixas de som fosse colocado em uma altura mais razoável. Bem, acredito que o organizador achou que a gente estava sendo contra os cultos, tanto que ao invés de diminuir o volume ele mais que aumentou. Parece até brincadeira ou conversa fiada, mas quando eles gritam no microfone os porta-retratos na minha estante se movimentam. E sabe o que é mais curioso? É que os ditos cultos não somam mais do que quinze pessoas, eles não precisam fazer isso dessa forma, Jesus pregava para multidões sem auto-falantes e era ouvido, era compreendido", concluiu.
Ainda segundo os moradores que procuraram a redação do blog, os mesmos irão novamente tentar convencer os organizadores dos cultos a amenizar o volume. Caso não sejam atendidos, os mesmos pretendem fazer um abaixo assinado para combater o problema. Os realizadores dos cultos não foram localizados para comentar o caso.

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