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Nova Rota da Seda – Uma ameaça real para o Polo de Confecções do Agreste de Pernambuco

Inaugurada no mês passado pelo Governo Chinês, a nova Rota da Seda chinesa reúne 68 países com aglomerado da economia que gira entorno de 4,4 bilhões de pessoas e 40% do poder econômico global. A nova rota nada mais é do que um objetivo do referido governo de conquistar hegemonia econômica quanto ao processo de consolidação da China como uma potência global.

A Rota da Seda também atrai uma série de olhares de outros governos. Através de uma espécie de 'cinturão econômico', Pequim investe hoje em países que facilitam as transações comerciais. Os incentivos fiscais relacionados à importação e exportação também são um dos fatores cruciais contidos na estratégia que planeja a implementação de novas alternativas comerciais.

O novo programa também possui um valor de investimento/existência considerável, US$ 1 trilhão, segundo jornais nacionais. Um detalhe sobre toda essa movimentação e que deve ser observado pelo mundo inteiro é que, consolidado, esse sistema pode provocar alteração na rota de importação e exportação em praticamente todo o globo terrestre.

O Polo de Confecções do Agreste
Foto: Blog do Bruno Muniz – Imagem ilustrativa
O Blog do Bruno Muniz realizou pesquisas e buscou a opinião de economistas e especialistas sobre o assunto. As avaliações não são as mais agradáveis para o Polo de Confecções do Agreste, tido como um dos maiores do mundo.

O cenário desastroso pode ser observado a partir do ponto em que, dentro das possibilidades, o Brasil fecharia um acordo de cooperação com a China. Neste sentido, países agrícolas como o Brasil passariam a suprir a necessidade da China com soja e matéria prima, ferro e aço, por exemplo. Nesse módulo cooperativista, os chineses devem avançar mais amplamente sob os países parceiros, tornando cada vez mais a mão de obra barata e sempre disponível, que neste caso seria terceirizada.

A nova Rota da Seda representa ainda uma nova era na Economia Global pois, centrará o crescimento na Ásia, deixando países como o Brasil refém das exportações de matéria prima, que neste caso embora sejam produtivas, não representam o mesmo significado para o segmento têxtil, principal movimentador a economia no Polo. Vale destacar que a China já é o principal parceiro comercial do Brasil, o que reforça ainda mais a possibilidade de um acordo cooperativista por meio da nova Rota da Seda.

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