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Bons pensamentos, boas ações

"Quanto ao mais, irmãos, tudo o que é verdadeiro, tudo o que é honesto, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, se há alguma virtude, e se há algum louvor, nisso pensai." — Filipenses 4:8
Talvez todos saibam que as nossas ações são reflexos de pensamentos e informações armazenadas em nosso cérebro e que se algo ocorrer, como AVC é possível que percamos alguns comandos e deixemos de movimentar algum membro do nosso corpo ou quem sabe, metade do corpo e em casos mais graves o corpo inteiro.

O texto acima nos convida a uma reflexão para aquilo que estamos alimentando o nosso cérebro, a nossa mente, que são os nossos pensamentos e esses pensamentos dependendo da seleção que fazemos ou da ênfase que damos, podem sim determinar nossas atitudes no dia a dia. Vão ser eles que determinarão quantas vezes erguemos os braços para abraçar ou até mesmo para praticar agressões.

Estudos confirmam que pessoas agressivas, sofreram agressão na infância ou decorrer de sua vida e por isso reproduzem em suas ações. Somente para comprovar o quanto as informações que penetram em nossa mente determina nosso comportamento, pensemos o quanto nos tornamos parecidos com as pessoas que convivemos. A entonação da voz, o vocabulário, os trejeitos. Nós influenciamos as pessoas e somos influenciados por elas. Mas como?

Estudos também afirmam que se um bebê for deixado sozinho, ele não desenvolverá os movimentos e nem mesmo a fala, mesmo sendo capaz não desenvolverá porque não vai ter alguém por perto instruindo, dizendo-lhe, estimulando-o através da comunicação o seu desenvolvimento e para ilustrar,  podemos citar como exemplo a lenda de Tarzan, criança criada por gorilas,  que tornou-se quase igual aos gorilas.

No decorrer desse texto é possível compreender que todos os sentidos é preciso ser estimulado de forma igual, para que tenhamos um desenvolvimento equilibrado e não falamos se não ouvimos, não diferenciamos cores se não as vemos e todas essas informações vão acumulando-se desde a concepção até o fim de nossa vida, determinando nosso caráter e personalidade, determinando nossas escolhas e condutas.

Por fim se temos algo quase sobrenatural que é o nosso cérebro, capaz de comandar desde nossa visão até o dedão do pé e mais, que esses comandos dependem das informações que nele adentram através dos nossos sentidos, é preciso alimentá-lo muito bem, é preciso seguir o conselho do apóstolo Paulo acima e ao mesmo tempo, alimentar com boas informações, bons diálogos, bons estímulos nosso próximo e especialmente nossas crianças que ainda estão em desenvolvimento físico e psicológico.

Pensemos naquilo que é bom, verdadeiro, honesto, amável, justo, tudo que é de boa fama. Passemos adiante aquilo que nos traz paz, cura emocional. Sejamos nós os que estimulam mentes sadias, tenhamos nós mente sadia e viva os bons pensamentos!

Por Edmilda Queiroz

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