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Bruno Araújo se diz constrangido com ‘aparição’ na lista de Fachin

Foto: Bruno Muniz (Agreg Imagem)
O deputado federal licenciado e ministro das Cidades, Bruno Araújo (PSDB) explicou que a petição feita na última quarta-feira (17) à noite para que o inquérito que investiga sobre o recebimento de recursos da Odebrecht seja separado da Lava Jato, teve como objetivo deixar claro que as apurações feitas pela Polícia Federal não têm nenhuma relação entre si.
“A questão é mais política que jurídica e. politicamente falando, é muito importante nos distanciar do tema Lava Jato”, afirmou o ministro.
Ainda para Bruno, o mesmo ficou surpreso com a reação de quem é informado sobre ter o nome em listas. 
“Vejo sempre de quem aparece nas listas que acham que as investigações são naturais, que fazem parte das instituições democráticas”, disse ele que ainda comentou está constrangido.
“Estou mais do que constrangido. Quem tem vergonha na cara tem mais é que se constranger mesmo. Diferente disso, é não saber o que isso significa”, pontuou o ministro que ainda relatou que apenas um processo no STF pode reparar o dano.
A denúncia – O ministro das Cidades foi citado através de um dos colaboradores do processo de delação premiada. O informante teria dito que Bruno Araújo recebeu doações eleitorais que chegam a casa dos R$ 600 mil, uma conta que havia sido paga pelo setor de operações da Odebrecht. Um dos delatores ainda afirma que quando deputado federal, Bruno teria agido em defesa de interesses da construtora no Congresso.


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