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Se 2016 foi ruim, 2017 será melhor?


2016 foi um ano que vai ficar na história. Tantos acontecimentos, ruins e bons, também, não podemos negar. Se me perguntarem se 2016 foi um ano ruim para mim, direi que não, com exceção de febre chikungunya que me acometeu e me derrubou por três dias, o resto foi maravilhosamente bem.

Pela questão econômica, política e social, vimos uma série de acontecimentos, do local ao internacional. Catástrofes, desemprego a mil, queda de líderes e surgimento de outros nunca vistos, crise política e muita manipulação da mídia beneficiando a quem não deve. A miséria ressurgindo, seca gigantesca e uma iminente guerra social, talvez nunca disseminada ente os povos pós-modernos, mas ocorrida entre 91 a.C.—88 a.C., a qual culminava entre os romanos e itálicos, devido estes últimos querer obter cidadania romana. Na atualidade, o que vemos é uma guerra social, a qual podemos denominar de guerra da intolerância, onde muitos não toleram o pensamento livre e tendem a agredir o outro em função do seu modo de pensar.

Não acredito que nada mude em 2017, pois as pessoas são as mesmas, com pensamentos iguais e cheios de malícias, tudo querendo se dar bem as custas alheias e sociais. Estamos vivenciando um período que só no futuro deverá ser entendido pela grande massa, porque essa teve o pouco e perdeu por não saber continuar lutando pelos seus ideais. É notório que há uma articulação pela tomada de poder em vários países da América Latina e isso respinga em todos nós, morando em uma megalópole como São Paulo ou em uma minúscula cidade dos cantos mais longínquos do Brasil. Enfim, vamos adiante, porque, como reza a cultura popular, atrás vem gente e o trem precisa passar.

*Betto Aragão é jornalista, atua com assessoria de comunicação, é especialista em comunicação e marketing pela FAVIP e em Administração Pública pelo IFPE, além de professor universitário.

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