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Previsões para 2017


O ano que acabamos de entrar deverá ser um ano menos complicado que o passado, não esperam-se melhoras rápidas e nem tão pouco crescimento, mas que não deveremos andar para trás. A expectativa é que o segundo semestre já seja perceptível a melhora, freando o aumento do desemprego, puxado principalmente pelo setor de serviços.

Um dos fatores que contribui para a retomada da economia é diminuição da inflação, ela recuando possibilita que os juros baixem gradativamente e estimulem o consumo e a produção, a projeção é de uma inflação bem menor para este ano que a do ano passado, um bom sinal para este ano.

Como uma boa noticia é a liberação do FGTS pelo governo à população, como medida de reaquecer a economia, estima-se cerca de 10 milhões de beneficiados e 30 bilhões de reais sejam injetados. O governo anunciou também a flexibilização na legislação trabalhista e diminuição das taxas de juros do cartão de crédito. Medidas essas que não vejo grandes avanços, mas não deixam de ser bem vindas e necessárias.

Importante é a mudança de postura do brasileiro, que volte a comprar quem tem a disponibilidade financeira e o empregador continue empregando, só assim um incentivará o outro. O comportamento das pessoas influencia muito numa crise, a tomada de decisão com uma visão otimista futura contribui muito para a volta do investimento. O governo principalmente, também tem que dar sua contribuição, promovendo a estabilização e regulação.

Por Rômulo Renan

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