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Prefeitura de Santa Cruz do Capibaribe propõe implantação do Centro de Reabilitação para pessoa com Microcefalia

Foto: Gerência de Comunicação
Com o objetivo de atender a demanda dos pacientes de microcefalia de Santa Cruz do Capibaribe e cidades vizinhas, a Prefeitura, através da Secretaria de Saúde, está trabalhando para se adequar às exigências do Ministério da Saúde no que se refere à infraestrutura do AME Infantil. Na última quinta-feira (16), uma equipe da Coordenação de Atenção à Saúde de Pessoas com Deficiência do Governo do Estado visitou a unidade para analisar a proposta de implantação do Centro de Reabilitação (CR) para pessoa com deficiência.

O município obteve uma sinalização favorável à implantação do Centro durante a realização de uma análise prévia no início de junho, mas precisava de uma análise técnica da estrutura.
“A partir das orientações dadas pela equipe de Saúde do Estado, a secretaria local irá apresentar um projeto à Comissão Intergestora Regional (CIR), onde os municípios integrantes da 9ª microrregião de Saúde irão discutir a aprovação e consequentemente o co-financiamento do Centro de Reabilitação junto ao município de Santa Cruz do Capibaribe,” explicou o secretário de Saúde, Breno Feitoza.
Segundo dados da Secretaria de Saúde, o município apresenta quatro casos comprovados de Microcefalia. No entanto, presta atendimento aos usuários de outros municípios, vindos de forma espontânea às unidades de tratamento especializado.
“Atualmente temos arcado com toda a demanda de usuários dos municípios circunvizinhos, sem receber qualquer recurso financeiro por parte dos mesmos. Com a aprovação do projeto, iremos oferecer um serviço público de reabilitação adequado a demanda das sete cidades que compõem a microrregional em saúde,” pontuou o secretário.
A intenção da Capital da Confecção é tornar-se referência microrregional no atendimento de Microcefalia, através do acompanhamento físico e intelectual das crianças diagnosticas com a malformação do sistema nervoso central, decorrentes da variação genética ou do Zika Vírus.
“O AME apresenta as condições necessárias para receber o Centro, no entanto, terá que passar por algumas adequações estruturais, adquirir outros equipamentos de reabilitação e profissionais de saúde habilitados para o atendimento do público alvo,” declarou a coordenadora de políticas da pessoa com deficiência da Secretaria Estadual de Saúde, Arabela Morais.
Entre as atividades do Centro de Reabilitação, está o estímulo precoce da visão, audição, linguagem e desenvolvimento motor. Atualmente, o AME Infantil dispõe das seguintes especialidades: Pediatria, Neuropediatria, Fonoaudiologia, Nutrição, Psicologia, Terapia Ocupacional, Psicopedagogia, Teste de Pezinho e da Linguinha, Centro de Vacinação e primeiro atendimento ao recém-nascido. Desde a implantação, em 2014, já foram realizados aproximadamente 48 mil atendimentos.

Com informações da Assessoria

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