.

As Curtinhas do Marciel Aquino: Crise política nacional e as eleições municipais


Não há luz no fim do túnel – Por meio de uma grande concentração de forças, Dilma foi afastada do poder. Sabemos dos erros do governo petista, mas também houve um grande oportunismo dos partidos que nunca chegariam ao poder por meio do voto popular. Porém os que pregavam o fim a corrupção, estão mais envolvidos do que a presidenta afastada.

Governo Temer não acerta uma – Após queda do terceiro ministro, o governo interino de Michel Teme (PMDB), ainda não conseguiu atender aos anseios dos brasileiros. Levantamento realizado pelo instituto Paraná Pesquisas aponta rejeição da população às principais propostas anunciadas até o momento pelo governo interino de Michel Temer.

Governo Temer, até quando? - Se prevalecer a mesma justiça que puniu alguns dos principais políticos do PT, com relação ao PMDB, o governo Temer acabará mesmo antes da votação do Impeachment. Vemos que a maioria dos caciques peemedebistas está envolvida na Operação Lava Jato, inclusive a próprio Michel.

Crise e eleição municipal – As eleições municipais deste ano tem tudo para ser bem diferente das anteriores. Primeiro será na questão financeira, pois os grandes políticos que jorravam dinheiro vindo das propinas e desvios de verbas, nas eleições de suas bases, esse ano estarão com seus bolsos menos cheios. Segundo que os partidos políticos mais envolvidos em corrupção, deverão ser reprovados nas urnas.

Crise e eleição municipal II – O PT que já havia saiu das eleições de 2014 menor do que entrou, tende a perder ainda mais prefeituras e reduzir sua representação nas Câmaras de Vereadores. Aqui em Pernambuco a grande concentração é recuperar a prefeitura do Recife. Para isso os petistas já escalaram o ex-prefeito João Paulo.

Crise e eleição municipal III – Outra legenda que sempre sai campeã de votos nas urnas é o PMDB, isso aconteceu em 2014. Contudo, nas próximas eleições tende a perder espaço, devido ao grande número de políticos de peso do partido, que estão envolvidos na Lava Jato.

Campanhas mais baratas – Na atual situação, o que se espera é uma campanha mais barata, nos dois principais grupos políticos de Santa Cruz. Quem está no poder está sempre botando a culpa dos problemas da cidade, então como iria justificar uma campanha cara. Já pela oposição, também não podemos imaginar  uma mega estrutura, tendo em vista que Fernando Aragão (PTB), não dispõe de muitos recursos e os Maias não tem mais de onde tirar.

E falando em dinheiro – Em tempos de crise e vacas magras, o poder aquisitivo dos pretendentes a vice deve ter pesado na escolha. Isso se observamos que os vices que as alas “boca preta” e “taboquinha” escolheram os mais fortes financeiramente. Dida de Nan (PSB) é um grande empresário no seguimento de transporte. Já o vice escolhido pelos taboquinhas, Cleiton Barbosa (PTN) é um forte empresário no ramo da confecções. 

Maia em baixa – Com a definição do vice na chapa de oposição, fica a cada dia mais clara a queda da família Maia. Depois de mandatos de vereador, prefeito por dois mandatos e deputado federal, os Maias irão brigar em 2016 por uma vaga na Câmara de vereadores e, poderão disputar uma vaga pela oposição, entre o atual vereador Ernesto Maia e um dos filhos de Zé Augusto. 

Por Marciel Aquino

Comentários pelo Facebook
0 Comentários pelo Blog

Ao escrever seu comentário, certifique-se que o mesmo não possui palavras ofensivas (palavrões), calúnia e difamação contra ninguém, pois, caso haja, ele poderá ser banido por nossos moderadores, desejando manter a ordem e respeito a usuários e terceiros citados nas publicações.

Cordialmente: Equipe Blog do Bruno Muniz (Para mais informações consulte as nossas Políticas de Uso).